000 04066nam a2200337 4500
001 11213
090 _a11213
100 _a20190111d2015 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aO menor e a família no direito português
_ea alteração de paradigma no tratamento dos menores em Portugal e a sua eficácia atual
_fSusana Isabel Liberato Soares
_gori. tese Maria Raquel Aleixo Antunes Rei
210 _aLisboa
_c[s.n.]
_d2015
215 _a94 p.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
300 _aMestrado profissionalizante em Ciências Jurídico Forenses apresentado a Universidade de Lisboa Faculdade de Direito
330 _aO presente trabalho tem como objectivo primário, observar a alteração do paradigma de protecção do menor, assim como, a sua eficácia actual. Sabemos que a necessidade de proteger o menor é algo recente, passando por diversas fases e pensamentos. Com esta dissertação, tentamos perceber a evolução ocorrida, mas também, se a protecção jurídica actual é suficiente. O Direito da Família, ramo familiar onde se centra o direito dos menores, é, ainda hoje, de independência duvidosa. A sua caracterização de ramo de direito é questionada por diversas doutrinas, preferindo a sua inserção no ramo de direito civil. Diversos são os motivos para esta dúvida, contudo o seu recente surgimento, será um dos principais obstáculos à sua independência. Os direitos do menor são uma novidade. O seu nascimento centra-se no século XX e com uma maior incidência e preocupação nos finais do mesmo século. É, por isso, um tema recente, mas com diversas ocorrências nacionais e internacionais. Presentemente estes direitos e a sua eficácia são de observação essencial. A sociedade atribui uma grande importância ao seus seres mais pequenos, aos seus direitos mas também deveres, essencialmente à necessidade de prescrever as devidas medidas para o desenvolvimento integral dos mesmos. A necessidade de envolvimento da sociedade traduz-se numa insistência de intromissão do direito, tornando-se mais do que necessária a protecção jurídica do menor. A sua existência não é de agora, mas sim do século anterior, sofrendo diversas alterações ao longo das décadas, tornando-se essencial neste momento observar, se em Portugal, as leis existentes são suficientes e se são eficazes ou não. Não é nosso objectivo apontar erros, a existirem, fazendo uma critica não construtiva, ou dizimar a evolução até à actualidade. O objectivo principal, será sim, entender a actividade actual, observar os aspectos positivos e negativos e tentar o melhoramento do sistema de protecção do menor. Pretendemos, assim, introduzir a história da protecção jurídica do menor, em Portugal e no estrangeiro, entender o seu caminho, as opções atendidas, principalmente, olhar para as medidas normativas e práticas actuais e perceber se estamos no caminho certo. É essencial entender se está a ser feito o possível para que o menor tenha o desenvolvimento integral tão desejado. Esta dissertação tem esse principal objectivo, observar e concluir se o nosso direito e as diferentes entidades, que o aplicam, estão a fazer o possível (não podemos pedir o impossível) para o desenvolvimento da criança e jovem, tornando-o em seres felizes. Esperamos atingir este objectivo, convidando a leitura para o texto que se segue.
606 _aDIREITO DA FAMÍLIA
_948
606 _aDIREITO DOS MENORES
_95107
606 _aPROTECÇÃO À CRIANÇA
_91596
606 _aJUSTIÇA JUVENIL
_9102475
606 _aRESPONSABILIDADE PARENTAL
_96995
606 _aLEI DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS EM PERIGO
_9104423
606 _aINSTITUCIONALIZAÇÃO
_95074
606 _aDIREITOS DO HOMEM
_9492
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aSoares
_bSusana Isabel Liberato
_4070
_912143
701 _aRei
_bMaria Raquel Aleixo Antunes
_4727
_912144
852 _jEST956