| 000 | 04112nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 11207 | ||
| 090 | _a11207 | ||
| 100 | _a20190110d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aMortes sob custódia _eum estudo retrospetivo no Norte de Portugal, 2000-2010 _fPaulo Jorge Azevedo Madureira _gori.tese Agostinho José Carvalho dos Santos |
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| 210 |
_aPorto _cFaculdade de Medicina da Universidade do Porto _d2011 |
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| 215 |
_aVI, 44 p. _d30 cm em PDF _etambém em CD ROM |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação elaborada no âmbito do Mestrado em Ciências Forenses da Universidade do Porto | ||
| 330 | _aAs “Mortes sob custódia” são acontecimentos trágicos e angustiantes para a família e amigos, para as forças policiais ou instituições onde ocorrem, bem como, de uma forma mais abrangente, para toda a sociedade, sobretudo as que acontecem de forma repentina, inesperada e violenta. A suspeição da violência exercida por parte das forças policiais ou a violência no interior das prisões, entre indivíduos detidos, é assunto de grande mediatização, muitas vezes, sem qualquer correspondência com a verdade dos factos. Neste sentido, as “Mortes sob custódia” adquirem um inegável interesse médico-legal tendo em conta a possibilidade de demonstração da causa de morte, o esclarecimento das suas circunstâncias e o estabelecimento da etiologia médico-legal da morte (acidente, suicídio, homicídio, morte natural). Em Portugal, o estudo médico-legal e os trabalhos publicados sobre este tema têm sido escassos. As revistas forenses de referência publicam estudos sobre o tema mas, estes, reportam-se a contextos económicos e a realidades socioculturais, na maior parte das vezes, muito distintas da nossa. Pretendeu-se dar um contributo para o conhecimento deste fenómeno ao analisar e caracterizar, numa perspetiva médico-legal, todas as “Mortes sob custódia”, ocorridas sob a alçada das diferentes “Forças e serviços de segurança”, no Norte de Portugal, entre 2000 e 2010. O estudo baseou-se na consulta dos dados disponibilizados pelas diferentes “Forças e serviços de segurança”, consulta de relatórios de autópsia e de inquéritos criminais. Foram analisados 228 processos individuais de reclusos em 13 estabelecimentos prisionais, 130 relatórios de autópsia e 10 inquéritos criminais em diferentes tribunais. No período estudado registaram-se 237 casos mortais que verificaram os critérios de inclusão de “Morte sob custódia” enunciados no presente estudo. As “Mortes sob custódia” ocorrem maioritariamente sob a jurisdição dos serviços prisionais, 225 casos, 7 casos sob a alçada da PSP e 5 da GNR. Destas, 55,3% foram submetidas a autópsia médico-legal. O perfil da vítima mortal corresponde a indivíduos do sexo masculino (98,3%), solteiros (56,5%), com idades compreendidas entre os 25 e os 44 anos (61,1%), com baixo nível de escolaridade (36,3%), com residência no distrito do Porto (67,5%), suspeitos ou condenados por crimes contra o património (31,6%). A morte de causa natural foi a etiologia médico-legal mais frequente (59,5%), seguido da etiologia suicida (25,7%), acidental (8,9%) e homicida (4,2%). A infeção HIV/SIDA foi responsável pela morte de 17,7% da população estudada. O enforcamento foi o método de suicídio mais utilizado (95,1%) e representou 24,5% de todas as mortes registadas. Registaram-se 10 homicídios dos quais 8 resultaram da atuação das forças policiais no momento da abordagem/detenção e 2 de agressões entre reclusos. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_aMORTE _96937 |
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| 606 |
_aSUICÍDIO _9235500 |
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| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA POLICIAL _9106087 |
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| 606 |
_aSEGURANÇA EM MEIO PRISIONAL _97818 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aMadureira _bPaulo Jorge Azevedo _4070 _912133 |
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| 701 |
_aSantos _bAgostinho José Carvalho dos _4727 _912134 |
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| 852 | _jEST957 | ||