000 02193nam a2200289 4500
001 11140
090 _a11140
100 _a20181108d2016 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDispositivos espaciais de punição
_eas cadeias do Estado Novo
_fSusana Patrícia Almeida Pereira
_gori.tese Gonçalo Canto Moniz
210 _aCoimbra
_c[s.n.]
_d2016
215 _a187 p.
_cil.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
300 _aDissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura, apresentada ao Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
330 _aEsta dissertação realiza um estudo sobre a arquitectura das Prisões Políticas do Estado Novo e o seu impacto tanto na resistência ao Salazarismo como na sociedade democráticacontemporânea. Pretende-se, assim, reflectir sobre o espaço prisional como dispositivo arquitectónico de exercício de controlo, punição e vigilância.A investigação tem como ponto de partida a análise de documentos publicados pela Comissão das Construções Prisionais, como o folheto “Construções Prisionais” de 1948 e o relatório publicado na Revista Arquitectos em 1938, para informar a pesquisa de campo sobre os casos de estudo seleccionados, nomeadamente a Prisão de Caxias, o Forte Prisão de Peniche e a Cadeia Comarcã de Cantanhede.A análise crítica dos espaços prisionais relaciona a sua vivência durante o período do Estado Novo com a sua transformação funcional e espacial no quadro da sociedade democrática. Neste sentido, pretende-se contribuir para a actual reflexão sobre o destino destes espaços, que são parte da memória colectiva, e que enfrentam processos de reutilização, adaptação ou musealização.
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aARQUITECTURA DE SERVIÇOS PÚBLICOS
_9103363
606 _aMUSEU
_93647
606 _aHISTÓRIA
_91305
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aPereira
_bSusana Patrícia Almeida
_f1988-
_4070
_912057
701 _aMoniz
_bGonçalo Canto
_4727
_912058
852 _jEST931