| 000 | 03720nam a2200313 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 11139 | ||
| 090 | _a11139 | ||
| 100 | _a20181108d2016 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aVinculação e comportamentos autolesivos _eestudo numa amostra de reclusos preventivos e condenados _fVânia Sofia Silva Gomes _gori. tese Mário Manuel Rodrigues Simões, Pedro Armelim Almiro |
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| 210 |
_aCoimbra _c[s.n.] _d2016. |
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| 215 |
_a[6], 44 f. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação de mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde (Psicologia Forense), apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. | ||
| 330 | _aUm estado emocional equilibrado encontra-se frequentemente associado ao processo de vinculação saudável durante a fase de desenvolvimento. Quando a vinculação é afetada, devido à exposição da criança a eventos traumáticos, tais como a história de separação ou de negligência de um cuidador primário, pode constituir um factor de risco para o desenvolvimento de psicopatologia em adulto, assim como para o consumo de substâncias, numa tentativa de substituição do prazer obtido por meio das relações de proximidade, características de um padrão de vinculação seguro. Por outro lado, a perceção de insegurança sentida pelo indivíduo nas suas relações interpessoais, ao longo do ciclo vital, pode conduzir a comportamentos autolesivos. Os estudos efetuados em Portugal na população prisional são escassos, sobretudo no que respeita ao suicídio. A literatura tem identificado que em meio prisional, os comportamentos autolesivos são mais recorrentes quando comparados com a população geral, pelo que se torna urgente avaliar a dimensão do problema, de modo a desenvolver estratégias de prevenção. Desta forma, partindo do estudo de Ferraz (2015), considerámos de grande relevância analisar qual o contributo do padrão de vinculação presente na idade adulta, na adoção deste tipo de comportamentos em reclusão. Pretendemos também perceber de que forma o consumo de substâncias psicoativas, a toma de medicação psiquiátrica, as tentativas prévias de autolesão e as variáveis criminais influenciam a manifestação de comportamentos autolesivos em contexto forense. Para o efeito, foram recolhidos dados no Estabelecimento Prisional de Coimbra e no Estabelecimento Prisional Regional de Aveiro, perfazendo um total de 154 sujeitos. O protocolo de avaliação incluiu um questionário sociodemográfico elaborado para o efeito; a Escala de Vinculação do Adulto (EVA; versão portuguesa, Canavarro, Dias, & Lima); a Escala de Comportamentos Autolesivos (ECAL; Ferraz & M.R. Simões, 2015) e a Escala de Desejabilidade Social de 20 itens (EDS-20; Almiro, M.R. Simões, & Sousa, 2014). Os resultados sugerem que os indivíduos com um padrão de vinculação inseguro-ansioso apresentam maior risco para a prática de comportamentos autolesivos. Do mesmo modo, a ingestão de medicação psiquiátrica, a toxicodependência e a história prévia de autolesão apresentam-se como fatores de risco para a ocorrência deste tipo de comportamentos. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA CLÍNICA _96687 |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO AUTO-DESTRUTIVO _911095 |
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| 606 |
_aPSICOLOGIA FORENSE _95299 |
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| 606 |
_aPSICOMETRIA _96238 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aGomes _b Vânia Sofia Silva _4070 _912055 |
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| 701 |
_aSimões _bMário Manuel Rodrigues _4727 _912056 |
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| 701 |
_aAlmiro _bPedro Armelim _f1980- _4727 _9106293 |
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| 852 | _jEST944 | ||