000 02282nam a2200301 4500
001 11137
090 _a11137
100 _a20181107d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aControlo e punição
_eas prisões femininas
_eestudo exploratório de uma antropologia feminista da prisão no contexto português
_fVera Inês Costa da Silva
_gori.tese Fernando Florêncio
210 _aCoimbra
_c[s.n.]
_d2011
215 _a102 f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
300 _aDissertação de mestrado em Antropologia Social e Cultural, apresentada à Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra
330 _aEsta dissertação apresenta justificações teóricas para a pertinência de uma antropologia femininista da prisão no contexto português, uma antropologia interventiva inspirada nas metodologias feministas para questionar as políticas que (re)produzem a prisão e para dar visibilidade às mulheres encarceradas que são silenciadas e ocultadas, isto porque se considera a prisão como a instituição que mais contribui para a segregação e marginalização sociais das mulheres. Assim, este estudo exploratório procedeu à análise das prisões femininas, desde a emergência do penitenciário em Portugal até à actualidade, indagando sobre representações e discursos hegemónicos de feminino e feminilidade nos dispositivos de controlo e punição e como estes se manifestam nas prisões femininas procurando, em simultâneo, (re)inscrever agências e resistências femininas. É verificada a pertinência de um sistema estratificado de diferenciação sexual reprodutor destas representações e discursos que se reflectem nas várias dimensões sociais e culturais e nas prisões femininas no contexto histórico, político, económico e social português.
606 _aSOCIOLOGIA
_9558
606 _aANTROPOLOGIA
_9227040
606 _aPUNIÇÃO
_95182
606 _aPRISÃO FEMININA
_98104
606 _aSISTEMA PENITENCIÁRIO
_91876
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aSILVA
_bVera Inês Costa da
_4070
_9106292
701 _aFlorêncio
_bFernando
_4727
_912051
852 _jEST945