| 000 | 03531nam a2200313 4500 | ||
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| 001 | 11132 | ||
| 090 | _a11132 | ||
| 100 | _a20181102d2018 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDo controlo à Liberdade _eestudo sobre as expectativas dos jovens internados em Centro Educativo sobre a sua reinserção na sociedade _fIsabel Taveira Vaz _gori. tese Vera Mónica da Silva Duarte |
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| 210 |
_aMaia _c[s.n.] _d2018 |
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| 215 |
_aVII, 87 f. _cil. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação de Mestrado em Criminologia Especialidade em Polícia, Prevenção e Segurança apresentado ao Instituto Universitário da Maia ISMAI | ||
| 330 | _aOs estudos nacionais sobre a reinserção social de jovens infractores e sobre a sua reincidência em atos ilícitos são ainda escassos. É aqui que esta dissertação ganha força e pertinência ao debruçar-se sobre o tema da reinserção social dos jovens que cumprem medida de internamento em Centro Educativo (CE), com o objetivo de perceber as expectativas dos jovens sobre a sua reinserção social. Utilizou-se uma metodologia qualitativa e a leitura dos dados foi feita a partir de uma lente interpretativa/construtivista da realidade, que nos permite perceber como é que os jovens a interpretam e lhe dão significado. A investigação desenvolveu-se num CE masculino. Foram analisados 24 processos tutelares educativos e realizadas 19 entrevistas. A análise de conteúdo realizada permitiu caracterizar os jovens internados em CE, perceber como é que eles percecionam a forma como esta instituição os prepara para saída, compreender como é que eles veem a sua saída do CE, e quais são as principais dificuldades e facilidades que identificam no seu processo de reintegração social. As principais conclusões deste estudo mostram-nos que, a par da investigação nacional e internacional que tem sido feita sobre as trajetórias de vida de jovens delinquentes, o percurso destes jovens é caracterizado por vários fatores de risco encontrados no contexto familiar e nas práticas parentais; nos delitos e medidas anteriores; nos percursos escolares; na relação com os grupos de pares; na gestão dos tempos livres; na personalidade, comportamentos e nas atitudes e orientações. Relativamente à preparação para a saída, os jovens falam das aprendizagens e das competências que adquirem no CE e que consideram ser úteis para o seu futuro, vendo o cumprimento da medida como algo importante para não reincidirem. As expectativas futuras passam principalmente por arranjar trabalho e desenvolver a formação escolar e/ou profissional, mas apresentam algumas dificuldades em perceber o que vai ser mais fácil ou mais difícil quando regressarem ao seu ambiente. Se “o voltar a ser livre” parece dominar os discursos, quando falam do que será mais fácil referem a integração na família, já quando falam das dificuldades apontam o abandono dos grupos de pares e dos comportamentos antissociais. | ||
| 606 |
_aDIREITO DOS MENORES _95107 |
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| 606 |
_aDELINQUÊNCIA JUVENIL _9689 |
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| 606 |
_aINTERVENÇÃO EDUCATIVA _96103 |
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| 606 |
_aINTERVENÇÃO TUTELAR EDUCATIVA _9104755 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aCENTRO EDUCATIVO _93498 |
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| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aVaz _bIsabel Taveira _4070 _912042 |
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| 701 |
_aDuarte _bVera Mónica da Silva _4727 _912043 |
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| 852 | _jEST926 | ||