| 000 | 01541nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 10488 | ||
| 090 | _a10488 | ||
| 100 | _a20180214d2009 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aMedidas alternativas à prisão e tratamento quase-coercivo _eum novo paradigma _fJoão Luís de Moraes Rocha |
||
| 210 |
_aCoimbra _cCoimbra Editora _d2009 |
||
| 215 |
_a607-618 p. _d24 cm |
||
| 300 | _aSeparata da Revista Portuguesa de Ciência Criminal , Ano 19, nº 4, Outubro-dezembro 2009 | ||
| 330 | _aO tratamento quase-coercivo no domínio da toxicodependência é aquele que é ordenado, motivado e supervisionado pela autoridade pública. O ordenamento jurídico português conhece duas modalidades, uma por via do sistema judicial criminal e, outra, pelo sistema contra-ordenacional cometido às Comissões de Dissuasão da Toxicodependência. Os dois sistemas coexistem mas não se sobrepõem, registando diferenças que advêm da distinta finalidade de cada um. No entanto, ambos se inserem numa curva ascendente de solução para a problemática do consumo de drogas, pese o facto de estatisticamente o tratamento quase-coercivo se encontrar oculto em diferentes descritores. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
||
| 606 |
_aMEDIDAS ALTERNATIVAS _95124 |
||
| 606 |
_aSISTEMA CRIMINAL _91773 |
||
| 606 |
_aTOXICODEPENDÊNCIA _94612 |
||
| 606 |
_aTRATAMENTO PRISIONAL _95426 |
||
| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
||
| 700 |
_aROCHA _bJoão Luís de Moraes _4070 _9326184 |
||
| 852 | _j343.8ROC | ||