| 000 | 04231nam a2200325 4500 | ||
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| 001 | 10475 | ||
| 090 | _a10475 | ||
| 100 | _a20180209d2018 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA porta da prisão _euma história dos meios de segurança e coerção penal na perspetiva dos guardas prisionais portugueses (1974-2014) _fAna Pereira Roseira |
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| 210 |
_aCoimbra _c[s.n.], _d2018 |
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| 215 |
_aII vol. _cil. _d30cm _eanexo |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 300 |
_aI vol.: 450 p. _aII vol.: Anexos 180 p. _aTese de doutoramento em linguagens e heterodoxias: história, poética e práticas sociais, ramo de história contemporânea, apresentada à Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra |
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| 330 | _aEsta tese de doutoramento apresenta um estudo sobre subjetividades de profissionais das prisões na sua relação com os meios de segurança e coerção penal, considerando a formulação legal que estes apresentam desde o fim do Estado Novo, e a instauração da democracia, até à atualidade. Privilegiando uma escuta das ausências que se desenvolvem na teoria social, identificou-se uma fragilidade significativa do conhecimento histórico sobre estes profissionais e, particularmente, em torno da figura do guarda prisional. Combatendo essa lacuna e esse silenciamento, contribui-se para uma análise de alguns dos seus efeitos socioinstitucionais. Destacam-se as reformas penais ocorridas desde o Pós-25 de Abril para atentar aos seus impactos nos meios de segurança e coerção penal, bem como nas próprias reconfigurações da profissão do guarda prisional português. Num exercício interdisciplinar - de interpretação histórica e sociológica - projeta-se um olhar sobre o sistema penal ancorado na análise de conteúdo de testemunhos recolhidos junto de profissionais de três estabelecimentos prisionais portugueses, num confronto com documentação recolhida no Arquivo Histórico da Direção Geral da Reinserção e Serviços Prisionais. Atentando essencialmente às subjetividades dos guardas prisionais em torno dos meios de segurança e coerção penal, descentralizou-se o estudo deste domínio singular e foram explorados outros dispositivos punitivos da reclusão, bem como significações sobre várias dimensões da vida deste profissional. Parte-se da hipótese de que os guardas prisionais têm vivenciado uma discordância face aos meios de segurança e coerção penal oficiais, no contexto de um modelo cultural de castigo socialmente construído enquanto forma de privação. Analisa-se a história destes dispositivos e, posteriormente, interpretam-se as perceções destes profissionais acerca da evolução dos seus principais papéis e funções. Reflete-se ainda sobre a influência das ciências sociais no reforço, pela omissão, do silenciamento de um conflito profissional que reproduziu uma tensão institucional, cristalizada no próprio sistema penal desde a consolidação da prisão como pena efetiva e da implementação do modelo penitenciário. Finalmente, articula-se a discussão com domínios exteriores à prisão, tais como a emergência de corpos especiais de segurança no Corpo da Guarda Prisional - valorizados pela sua especialização numa certa exterioridade às dinâmicas institucionais - e os modos como a reclusão ecoa também nas vidas pessoais e familiares dos seus profissionais, contribuindo para a estigmatização destas populações bem como para a sua fragilização nos domínios da saúde e mesmo da intimidade. Palavras-chave: guarda prisional; história oral; história social; meios de segurança e coerção penal; políticas públicas; prisão. | ||
| 606 |
_aDIREITO PENITENCIÁRIO _9549 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aGUARDA PRISIONAL _97169 |
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| 606 |
_aPRÁTICA SOCIAL _9103906 |
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| 606 |
_aHISTÓRIA _91305 |
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| 606 |
_aTESE DE DOUTORAMENTO _95155 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aROSEIRA _bAna Pereira _4070 _911432 |
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| 701 |
_aNascimento _bRui Manuel Bebiano _4727 _911433 |
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| 701 |
_aMendes _bJosé Manuel de Oliveira _4727 _911434 |
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| 852 | _jEST899 | ||