Estado de saúde, stress e desempenho académico numa amostra de estudantes do ensino superior
In: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.42,n.1 (2008) , p.111-133Idioma: Português.Assunto: STRESS SAÚDE DESEMPENHO Localização e Cota : P.247 Resumo: Ao longo do presente trabalho procurámos estudar o impacto do estado de saúde (física e psíquica) do estudante no desempenho académico, assim como, as repercussões nesse mesmo desempenho de uma actividade profissional paralela. A amostra foi constituída por 195 estudantes, no primeiro momento, tendo ficado reduzida a 177 no segundo momento de avaliação. Os principais resultados e conclusões sugerem que: 1) os trabalhadores estudantes têm um desempenho académico inferior; 2) de todos os factores estudados, apenas a idade se pode considerar como a variável preditora do desempenho académico; 3) Os indivíduos que recorrem ao médico têm um desempenho académico inferior; 4) Não existem diferenças estatisticamente significativas entre as médias do desempenho académico dos indivíduos com, e sem, doença crónica e daqueles que apresentam, ou não, perturbação emocional; 5) Não existem diferenças estatisticamente significativas entre o princípio e o final do ano lectivo, quanto à sintomatologia física e psíquica avaliada.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.247 (Browse shelf) | Available |
Ao longo do presente trabalho procurámos estudar o impacto do estado de saúde (física e psíquica) do estudante no desempenho académico, assim como, as repercussões nesse mesmo desempenho de uma actividade profissional paralela. A amostra foi constituída por 195 estudantes, no primeiro momento, tendo ficado reduzida a 177 no segundo momento de avaliação. Os principais resultados e conclusões sugerem que: 1) os trabalhadores estudantes têm um desempenho académico inferior; 2) de todos os factores estudados, apenas a idade se pode considerar como a variável preditora do desempenho académico; 3) Os indivíduos que recorrem ao médico têm um desempenho académico inferior; 4) Não existem diferenças estatisticamente significativas entre as médias do desempenho académico dos indivíduos com, e sem, doença crónica e daqueles que apresentam, ou não, perturbação emocional; 5) Não existem diferenças estatisticamente significativas entre o princípio e o final do ano lectivo, quanto à sintomatologia física e psíquica avaliada.
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