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Consumo de drogas na marinha portuguesa: estudo de prevalência

Autor: BARATA, Mário Gentil Belard Silvano Co-autor: PAPOILA, Ana LuísaIn: Toxicodependências. Lisboa. V.14,n.3 (2008) , p.59-65Idioma: Português.Assunto: CONSUMO DE DROGA MEIO LABORAL Localização e Cota : P.215 Resumo: Objectivo: Estimar a prevalência do consumo de canabinóides, opiáceos, cocaína e anfetaminas, na Marinha Portuguesa; compará-la com os resultados apresentados entre 2001 e 2005; estabelecer uma metodologia de pesquisa padrão; e identificar características sócio-demográficas com influência na positividade. Desenho: estudo epidemiológico analítico transversal, com recurso a programa de rastreios toxicológicos. Participantes: Amostra aleatória simples de 1039 militares, profissionais e contratados, no activo e de ambos os sexos, que se encontravam ao serviço entre Outubro de 2006 e Julho de 2007. Instrumentos de medida: Técnicas laboratoriais de triagem, por imunoensaio, e de confirmação, por cromatografia gasosa e espectometria de massa, em conformidade com as recomendações europeias, para meio laboral. Resultados: A prevalência estimada foi de 3,8/1000 com um erro de 0,37% (confiança de 95%), enquanto no quinquénio 2001 a 2005, as proporções encontradas se situaram entre 9/1000 e 21/1000. A tecnologia informática utilizada, desde a nomeação dos militares a testar, passando pela cadeia de custódia das amostras até à obtenção do resultado, associada ao processo de pesquisa laboratorial permitem considerar a metodologia de pesquisa como a mais adequada para organizações e empresas. O exíguo número de casos registado (n=4) inviabilizou a aplicação da inferência estatística que permitiria identificar características sócio-demográficas com influência na positividade. Conclusão: A prevalência do consumo de drogas na Marinha Portuguesa tem um valor baixo, sugerindo estar a ser bem sucedida a estratégia desenvolvida nesta área pelo Ramo, assente em formação, informação e, essencialmente, no potencial dissuasor do programa de despistes toxicológicos
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.215 (Browse shelf) Available

Objectivo: Estimar a prevalência do consumo de canabinóides, opiáceos, cocaína e anfetaminas, na Marinha Portuguesa; compará-la com os resultados apresentados entre 2001 e 2005; estabelecer uma metodologia de pesquisa padrão; e identificar características sócio-demográficas com influência na positividade. Desenho: estudo epidemiológico analítico transversal, com recurso a programa de rastreios toxicológicos. Participantes: Amostra aleatória simples de 1039 militares, profissionais e contratados, no activo e de ambos os sexos, que se encontravam ao serviço entre Outubro de 2006 e Julho de 2007. Instrumentos de medida: Técnicas laboratoriais de triagem, por imunoensaio, e de confirmação, por cromatografia gasosa e espectometria de massa, em conformidade com as recomendações europeias, para meio laboral. Resultados: A prevalência estimada foi de 3,8/1000 com um erro de 0,37% (confiança de 95%), enquanto no quinquénio 2001 a 2005, as proporções encontradas se situaram entre 9/1000 e 21/1000. A tecnologia informática utilizada, desde a nomeação dos militares a testar, passando pela cadeia de custódia das amostras até à obtenção do resultado, associada ao processo de pesquisa laboratorial permitem considerar a metodologia de pesquisa como a mais adequada para organizações e empresas. O exíguo número de casos registado (n=4) inviabilizou a aplicação da inferência estatística que permitiria identificar características sócio-demográficas com influência na positividade. Conclusão: A prevalência do consumo de drogas na Marinha Portuguesa tem um valor baixo, sugerindo estar a ser bem sucedida a estratégia desenvolvida nesta área pelo Ramo, assente em formação, informação e, essencialmente, no potencial dissuasor do programa de despistes toxicológicos

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