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Addressing crime in companies : first findings from global survey of economic crime / Kai-D. Bussmann, Markus M. Werle

Autor: BUSSMANN, Kai-D.Co-autor: WERLE, MarkusIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 46, n. 6 (November 2006) , p. 1128-1144Idioma: Inglês.Assunto: CRIME ECONÓMICO | EMPRESA Resumo: O crime económico foi examinado num estudo global em mais de 5500 empresas. Este levantamento combina informação sobre empresas, vitimação de empresas e sobre a detecção e processamento de 2900 incidentes de crime económico. Os resultados mostram que o crime económico está espalhado e os riscos são subestimados pelas companhias. Aproximadamente metade dos autores eram trabalhadores da própria empresa, em particular, e excessivamente representado, o topo da administração. As empresas estão a desenvolver algumas estratégias de controlo e prevenção para fazer frente aos riscos da criminalidade económica. Contudo, a resposta mundialmente mais frequente não é intentar acusações criminais, particularmente contra perpetradores de dentro da empresa. As reacções da empresa são frequentemente motivadas pela minimização da perda de reputação, o que, relativamente ao crime económico resulta em tratamento privilegiado tanto para os delinquentes internos como para os delinquentes de estatuto elevado.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27908 (Browse shelf) Available

Tradução do resumo inserto no próprio artigo.

O crime económico foi examinado num estudo global em mais de 5500 empresas. Este levantamento combina informação sobre empresas, vitimação de empresas e sobre a detecção e processamento de 2900 incidentes de crime económico. Os resultados mostram que o crime económico está espalhado e os riscos são subestimados pelas companhias. Aproximadamente metade dos autores eram trabalhadores da própria empresa, em particular, e excessivamente representado, o topo da administração. As empresas estão a desenvolver algumas estratégias de controlo e prevenção para fazer frente aos riscos da criminalidade económica. Contudo, a resposta mundialmente mais frequente não é intentar acusações criminais, particularmente contra perpetradores de dentro da empresa. As reacções da empresa são frequentemente motivadas pela minimização da perda de reputação, o que, relativamente ao crime económico resulta em tratamento privilegiado tanto para os delinquentes internos como para os delinquentes de estatuto elevado.

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