The cost to employers of employee alcohol abuse : a review of the literature in the United States of America / H. J. Harwood, M. B. Reichman
In: Bulletin on Narcotics.ISSN 0007-523X. New York. V.52,n.1-2 (2000) , p.39-51Idioma: Inglês.Assunto: ALCOOLISMO | DROGA | ESTUDO DE CASOS | ANÁLISE DE CUSTOS | ESTADOS UNIDOS Resumo: O abuso de álcool e drogas por parte dos trabalhadores afecta indubitavelmente a execução e produtividade no local de trabalho. Os custos incorridos (por exp. na perda de produtividade, salários dos trabalhadores e mortes ocorridas no local de trabalho) são tratados nos mais recentes estudos, bem como nas directrizes referentes a estimativas dos custos causados pelo abuso de substâncias. Porém, nenhum estudo avaliou rigorosamente o pesado fardo económico deste abuso no local de trabalho, dadas as dificuldades teóricas e empíricas originadas pela expansão do impacto do abuso de substâncias, via mercado de trabalho, entre patronato (através da perda de benefícios), empregados (através da perda de salário e benefícios) e consumidores (através de preços elevados para bens e serviços). Quer empregadores, quer empregados reconhecem a natureza do problema, e por isso, trabalham em conjunto através de alguns organismos, como é o caso da Organização Internacional do Trabalho. Como ponto de partida, os EUA revelam medidas políticas estabelecidas no local de trabalho, com vista à redução do abuso do álcool e drogas por parte dos trabalhadores.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ22998 (Browse shelf) | Available |
O abuso de álcool e drogas por parte dos trabalhadores afecta indubitavelmente a execução e produtividade no local de trabalho. Os custos incorridos (por exp. na perda de produtividade, salários dos trabalhadores e mortes ocorridas no local de trabalho) são tratados nos mais recentes estudos, bem como nas directrizes referentes a estimativas dos custos causados pelo abuso de substâncias. Porém, nenhum estudo avaliou rigorosamente o pesado fardo económico deste abuso no local de trabalho, dadas as dificuldades teóricas e empíricas originadas pela expansão do impacto do abuso de substâncias, via mercado de trabalho, entre patronato (através da perda de benefícios), empregados (através da perda de salário e benefícios) e consumidores (através de preços elevados para bens e serviços). Quer empregadores, quer empregados reconhecem a natureza do problema, e por isso, trabalham em conjunto através de alguns organismos, como é o caso da Organização Internacional do Trabalho. Como ponto de partida, os EUA revelam medidas políticas estabelecidas no local de trabalho, com vista à redução do abuso do álcool e drogas por parte dos trabalhadores.
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