Long-term nonrelationship of widespread and increasing firearm availability to homicide in the United States [Recurso eletrónico] / Don B. Kates, Daniel D. Polsby
In: Homicide Studies.ISSN 1552-6720. Thousand Oaks, CA. V.4,n.2 (May 2000) , p.185-201Idioma: Inglês.Assunto: UTILIZAÇÃO DE ARMA DE FOGO | HOMICÍDIO | ESTUDO DE CASOS | ESTADOS UNIDOS Resumo: Este artigo pretende avaliar o peso que tem a noção generalizada existente de que o acesso facilitado a armas de fogo constitui a principal causa das elevadas taxas de homicídio nos Estados Unidos. Os dados analisados neste estudo, razoavelmente precisos e remontando a meados dos anos 40, dizem respeito às taxas de homicídio e às taxas da aquisição e porte de armas de fogo. A análise destes dados mostra que não há uma co-relação a longo prazo entre a distribuição de armas de fogo e as taxas de homicídio, cruzando-se as duas variáveis ocasionalmente, mas não de uma forma constante. No período de 1973 a 1997 verificou-se até um aumento considerável da posse de armas de fogo acompanhado de uma taxa de homicídios estável ou mesmo com tendência a diminuir, sendo essa a regra geral para o período desde a II Guerra Mundial até à actualidade. Esta tendência de se pensar que o aumento do acesso às armas de fogo está proporcionalmente ligado ao aumento das taxas de homicídio é natural mas, como demonstra a análise aqui feita, não é correcta. O articulista alerta para o facto de as políticas reformadoras não se poderem levar a cabo com base em noções erradas, pois corre-se o risco de um agravamento dos problemas que se pretendem resolver.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD26 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 136 Kb em formato pdf.
Este artigo pretende avaliar o peso que tem a noção generalizada existente de que o acesso facilitado a armas de fogo constitui a principal causa das elevadas taxas de homicídio nos Estados Unidos. Os dados analisados neste estudo, razoavelmente precisos e remontando a meados dos anos 40, dizem respeito às taxas de homicídio e às taxas da aquisição e porte de armas de fogo. A análise destes dados mostra que não há uma co-relação a longo prazo entre a distribuição de armas de fogo e as taxas de homicídio, cruzando-se as duas variáveis ocasionalmente, mas não de uma forma constante. No período de 1973 a 1997 verificou-se até um aumento considerável da posse de armas de fogo acompanhado de uma taxa de homicídios estável ou mesmo com tendência a diminuir, sendo essa a regra geral para o período desde a II Guerra Mundial até à actualidade. Esta tendência de se pensar que o aumento do acesso às armas de fogo está proporcionalmente ligado ao aumento das taxas de homicídio é natural mas, como demonstra a análise aqui feita, não é correcta. O articulista alerta para o facto de as políticas reformadoras não se poderem levar a cabo com base em noções erradas, pois corre-se o risco de um agravamento dos problemas que se pretendem resolver.
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