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The DNA expansion programme and criminal investigation / Carole McCartney

Autor: McCARTNEY, CaroleIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 46, n. 2 (March 2006) , p. 175-192Idioma: Inglês.Assunto: ADN | PROVA | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | REINO UNIDO Resumo: A prova em matéria de ADN constitui um poderoso instrumento de investigação, capaz de incriminar e também de inocentar. Contudo, as representações habituais de ADN, que têm vindo a aumentar, sendo capazes de resolver crimes quase instantaneamente, para além de qualquer dúvida, mesmo a partir do "para além do túmulo", podem exagerar o grau em relação ao qual o ADN apoia as investigações criminais. O "DNA Expansion Programme" teve um forte apoio governamental bem como investimentos financeiros através de repetidos desenvolvimentos legislativos dos poderes de polícia, no sentido de obtenção e retenção de amostras de ADN. Apesar disso, a prova em matéria de ADN permanece marginal em termos de ajuda em todas as detecções de natureza criminal, sugerindo agora os peritos que o desenvolvimento massivo da Base de Dados Nacional de ADN não teve como resultado a melhoria nas taxas de detecção originalmente previstas. Este artigo também sugere possíveis problemas sobre a utilização "táctica" da prova em matéria de ADN, durante o interrogatório feito a suspeitos e o risco de investigações de polícia feitas de forma abreviada. Os funcionários de polícia com "conhecimentos forenses" insuficientes poderão recorrer à prova de ADN, em vez do trabalho próprio do investigador, com a literatura sobre "construção de casos" a dar conta da análise de potenciais perigos de uma anterior confiança nos resultados de ADN, que poderão aumentar o risco de "visão túnel" nas investigações criminais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27175 (Browse shelf) Available

Tradução do resumo inserto no próprio artigo.

A prova em matéria de ADN constitui um poderoso instrumento de investigação, capaz de incriminar e também de inocentar. Contudo, as representações habituais de ADN, que têm vindo a aumentar, sendo capazes de resolver crimes quase instantaneamente, para além de qualquer dúvida, mesmo a partir do "para além do túmulo", podem exagerar o grau em relação ao qual o ADN apoia as investigações criminais. O "DNA Expansion Programme" teve um forte apoio governamental bem como investimentos financeiros através de repetidos desenvolvimentos legislativos dos poderes de polícia, no sentido de obtenção e retenção de amostras de ADN. Apesar disso, a prova em matéria de ADN permanece marginal em termos de ajuda em todas as detecções de natureza criminal, sugerindo agora os peritos que o desenvolvimento massivo da Base de Dados Nacional de ADN não teve como resultado a melhoria nas taxas de detecção originalmente previstas. Este artigo também sugere possíveis problemas sobre a utilização "táctica" da prova em matéria de ADN, durante o interrogatório feito a suspeitos e o risco de investigações de polícia feitas de forma abreviada. Os funcionários de polícia com "conhecimentos forenses" insuficientes poderão recorrer à prova de ADN, em vez do trabalho próprio do investigador, com a literatura sobre "construção de casos" a dar conta da análise de potenciais perigos de uma anterior confiança nos resultados de ADN, que poderão aumentar o risco de "visão túnel" nas investigações criminais.

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