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O desafio da informação longitudinal. Um diálogo constante entre informação empírica e as hipóteses substantivas do investigador

Autor: MAIA, José A. R. Co-autor: GARGANTA, Rui M. ; SEABRA, André ; LOPES, Vitor P.In: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.37,n.3 (2003) , p.7-34Idioma: Português.Assunto: INFORMAÇÃO INVESTIGAÇÃO ANÁLISE DE DADOS ESTATÍSTICAS TESTES Localização e Cota : P.247 Resumo: Este texto pretende ser um auxiliar didáctico no uso esclarecido de procedimentos estatísticos relativos à análise longitudinal de dados. Servir-nos-emos de um exemplo ilustrativo de complexidade crescente para introduzir a estrutura de um delineamento de grupo único e da essência do ensaio de hipóteses estatísticas. De seguida apresentaremos os principais resultados do uso de teste t e da análise de variância de medidas repetidas. Os resultados são interpretados de modo formal e substantivo, introduzindo um pensamento alternativo à estrutura binária do resultado do ensaio de hipóteses. O recurso a procedimentos gráficos é fortemente explorado. Finalmente, recorremos à modelação hierárquica para salientar a sua riqueza e flexibilidade interpretativa no estudo de dados longitudinais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.247 (Browse shelf) Available

Este texto pretende ser um auxiliar didáctico no uso esclarecido de procedimentos estatísticos relativos à análise longitudinal de dados. Servir-nos-emos de um exemplo ilustrativo de complexidade crescente para introduzir a estrutura de um delineamento de grupo único e da essência do ensaio de hipóteses estatísticas. De seguida apresentaremos os principais resultados do uso de teste t e da análise de variância de medidas repetidas. Os resultados são interpretados de modo formal e substantivo, introduzindo um pensamento alternativo à estrutura binária do resultado do ensaio de hipóteses. O recurso a procedimentos gráficos é fortemente explorado. Finalmente, recorremos à modelação hierárquica para salientar a sua riqueza e flexibilidade interpretativa no estudo de dados longitudinais.

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