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Le polygraphe : son utilisation dans l'enquête criminelle en Inde / A. K. Ganguly, S. K. Lahri, H. L. Bami

Autor: GANGULY, A. K.Co-autor: LAHRI, S. K.; BAMI, H. L.In: Revue Internationale de Police Criminelle.ISSN 0035-3396. Lyon. N.328 (Mai 1979) , p.144-149Idioma: Francês.Assunto: DETECTOR DE MENTIRAS | INQUÉRITO CRIMINAL | ÍNDIA Resumo: O inquérito criminal é uma batalha dirigida contra a mentira. Para auxiliar a detectar as mentiras, existe o polígrafo, aparelho que permite o registo das modificações fisiológicas que se manifestam no indivíduo que não fala verdade. Embora os tribunais não admitam directamente como prova os resultados dos testes polígráficos, o reconhecimento dos factos ou a confissão que se obtem na sequência e como consequência destes testes, são admissíveis desde que sejam voluntários e dignos de fé. Assim, vários países recorrem ao polígrafo e entre eles podemos citar a Índia, onde o Laboratório Central de Polícia Científica de Nova Deli criou uma divisão de detecção de mentiras, que presta assistência à polícia local e ao Serviço Central de Inquéritos. Neste artigo é relatado o trabalho efectuado e os resultados obtidos até aos finais de 1976, graças à utilização do detector de mentiras nos inquéritos criminais.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
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O inquérito criminal é uma batalha dirigida contra a mentira. Para auxiliar a detectar as mentiras, existe o polígrafo, aparelho que permite o registo das modificações fisiológicas que se manifestam no indivíduo que não fala verdade. Embora os tribunais não admitam directamente como prova os resultados dos testes polígráficos, o reconhecimento dos factos ou a confissão que se obtem na sequência e como consequência destes testes, são admissíveis desde que sejam voluntários e dignos de fé. Assim, vários países recorrem ao polígrafo e entre eles podemos citar a Índia, onde o Laboratório Central de Polícia Científica de Nova Deli criou uma divisão de detecção de mentiras, que presta assistência à polícia local e ao Serviço Central de Inquéritos. Neste artigo é relatado o trabalho efectuado e os resultados obtidos até aos finais de 1976, graças à utilização do detector de mentiras nos inquéritos criminais.

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