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Women don't do such things! [Recurso eletrónico] : characteristics of female sex offenders and offender types / Miriam Wijkman, Catrien Bijleveld, Jan Hendriks

Autor: WIJKMAN, MiriamCo-autor: BIJLEVELD, Catrien; HENDRIKS, JanIn: Sexual abuse - A Journal of Research and Treatment.ISSN 1573-286X. Thousand Oaks, CA. Vol. 22, n. 2 (June 2010) , p. 135-156Idioma: Inglês.Assunto: CRIME SEXUAL | ESTUDO DE CASOS | CRIME CONTRA CRIANÇAS | PAÍSES BAIXOS Resumo: Os autores estudaram as características da agressora, da agressão e da vítima, num grupo de 111 agressoras adultas do sexo feminino, de entre todas as agressoras conhecidas pelas autoridades judiciais dos Países Baixos, entre 1994 e 2005. Em 77% dos casos, as agressoras já haviam abusado de crianças; quase dois terços das mulheres abusaram em conjunto com um agressor masculino. Os seus antecedentes são, em média, problemáticos, com predominância do abuso sexual (31%); distúrbios mentais são também predominantes (59%). Utilizando uma análise de correspondência múltipla, os autores distinguiram quatro protótipos de agressões. Identificaram a jovem agressora e a violadora que são agressoras relativamente jovens e solitárias. Dois protótipos, a co-agressora com distúrbios psicológicos e a mãe passiva, incluem mulheres mais velhas. Estas, na maioria das vezes, abusam das suas próprias crianças em conjunto com o seu parceiro íntimo masculino. Estes protótipos sobrepõem-se, parcialmente, a tipologias anteriores. Os autores discutem as implicações para a teoria e o tratamento.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD26 (Browse shelf) Available

Tradução do resumo inserto no próprio artigo. Ficheiro de 335,70 Kb em formato pdf (23 p.).

Os autores estudaram as características da agressora, da agressão e da vítima, num grupo de 111 agressoras adultas do sexo feminino, de entre todas as agressoras conhecidas pelas autoridades judiciais dos Países Baixos, entre 1994 e 2005. Em 77% dos casos, as agressoras já haviam abusado de crianças; quase dois terços das mulheres abusaram em conjunto com um agressor masculino. Os seus antecedentes são, em média, problemáticos, com predominância do abuso sexual (31%); distúrbios mentais são também predominantes (59%). Utilizando uma análise de correspondência múltipla, os autores distinguiram quatro protótipos de agressões. Identificaram a jovem agressora e a violadora que são agressoras relativamente jovens e solitárias. Dois protótipos, a co-agressora com distúrbios psicológicos e a mãe passiva, incluem mulheres mais velhas. Estas, na maioria das vezes, abusam das suas próprias crianças em conjunto com o seu parceiro íntimo masculino. Estes protótipos sobrepõem-se, parcialmente, a tipologias anteriores. Os autores discutem as implicações para a teoria e o tratamento.

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