Polygraph testing of 'low risk' offenders arrested for downloading indecent images of children [Recurso eletrónico] / Don Grubin, Andrew Joyce, Eric Jay Holden
In: Sexual Offender Treatment.ISSN 1862-2941. Lengerich. Vol. 9, n. 1 (2014) , [12] p.Idioma: Inglês.Assunto: DETECTOR DE MENTIRAS | CRIME SEXUAL | PEDOFILIA | PORNOGRAFIA INFANTIL | INGLATERRA Resumo: A investigação de indivíduos detidos por descarregarem imagens obscenas de crianças é dispendiosa. Por norma, a avaliação de risco baseia-se na informação previamente conhecida pela polícia, no material recolhido aquando da detenção e na informação obtida no decurso do interrogatório policial. Um exame forense completo aos agressores que utilizam as TI tende a contribuir muito pouco para além do número e tipo de imagens examinadas, embora no caso de agressores de “baixo risco” possa ser difícil determinar se isto resulta numa ausência de informação relevante. Se os ditos agressores de “baixo risco” que utilizam a internet pudessem ser identificados com segurança, muitos seriam os benefícios em termos de eficiência da aplicação dos recursos policiais e na proteção dos cidadãos. Neste sentido, os articulistas apresentam um estudo cujo objetivo consistiu em perceber em que medida a informação obtida através do teste do polígrafo poderia contribuir na avaliação destes indivíduos. Dão-se pormenores da metodologia, dos resultados e das conclusões do estudo.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 263 (Browse shelf) | Available |
A investigação de indivíduos detidos por descarregarem imagens obscenas de crianças é dispendiosa. Por norma, a avaliação de risco baseia-se na informação previamente conhecida pela polícia, no material recolhido aquando da detenção e na informação obtida no decurso do interrogatório policial. Um exame forense completo aos agressores que utilizam as TI tende a contribuir muito pouco para além do número e tipo de imagens examinadas, embora no caso de agressores de “baixo risco” possa ser difícil determinar se isto resulta numa ausência de informação relevante. Se os ditos agressores de “baixo risco” que utilizam a internet pudessem ser identificados com segurança, muitos seriam os benefícios em termos de eficiência da aplicação dos recursos policiais e na proteção dos cidadãos. Neste sentido, os articulistas apresentam um estudo cujo objetivo consistiu em perceber em que medida a informação obtida através do teste do polígrafo poderia contribuir na avaliação destes indivíduos. Dão-se pormenores da metodologia, dos resultados e das conclusões do estudo.
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