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Interacção mãe-filho e qualidade da vinculação em crianças com alterações neuromotoras

Autor: FUERTES, Marina Co-autor: SANTOS, Pedro Lopes dosIn: Psicologia. Oeiras. V.17,n.1 (Jan.-Jun. 2003) , p. 43-64Idioma: Português.Assunto: VINCULAÇÃO CRIANÇA DEFICIÊNCIA MOTORA INTERVENÇÃO PRECOCE Localização e Cota : P.103 Resumo: O presente trabalho investiga a organização dos processos de vinculação em crianças com alterações neuromotoras. A amostra incluía 11 rapazes e 8 raparigas portadoras de paralisia cerebral, cuja idade variava entre os 18 e os 32 meses. Estes participantes foram avaliados através de uma versão adaptada da Situação Estranha. Ignorando os sinais D associados aos quadros de alteração neuromotora, verificou-se que 18 das 19 crianças exibiam padrões de vinculação coerentes; 9 pertenciam à categoria dos seguros, 5 à dos evitantes e 4 à dos ambivalentes. A adequação destas classificações foi plenamente confirmada pela análise da função discriminante. Contrariamente ao esperado, não se detectaram quaisquer relações entre os padrões de vinculação e as características das interacções parentais examinadas mediante a parent/caregiver involvement scale. A discussão realça as implicações teóricas dos resultados e os possíveis contributos da teoria da vinculação para as práticas no domínio da Intervenção Precoce.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
P.103 (Browse shelf) Available

O presente trabalho investiga a organização dos processos de vinculação em crianças com alterações neuromotoras. A amostra incluía 11 rapazes e 8 raparigas portadoras de paralisia cerebral, cuja idade variava entre os 18 e os 32 meses. Estes participantes foram avaliados através de uma versão adaptada da Situação Estranha. Ignorando os sinais D associados aos quadros de alteração neuromotora, verificou-se que 18 das 19 crianças exibiam padrões de vinculação coerentes; 9 pertenciam à categoria dos seguros, 5 à dos evitantes e 4 à dos ambivalentes. A adequação destas classificações foi plenamente confirmada pela análise da função discriminante. Contrariamente ao esperado, não se detectaram quaisquer relações entre os padrões de vinculação e as características das interacções parentais examinadas mediante a parent/caregiver involvement scale. A discussão realça as implicações teóricas dos resultados e os possíveis contributos da teoria da vinculação para as práticas no domínio da Intervenção Precoce.

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