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From expert to lay theories about corruption / Gabrielle Poeschl, Raquel Esteves, Marta Ferreira

Autor: POESCHL, GabrielleCo-autor: ESTEVES, Raquel; FERREIRA, MartaIdioma: Inglês.Edição: 1.ª ed.Publicação: [Vila Nova de Famalicão] : Edições Húmus ; OBEGEF - Observatório de Economia e Gestão de Fraude, 2015Descrição física: 1 CD-ROM; 12 cmColeção: Working Papers; 37ISBN: 9789897551499Assunto: 229145 | 270631 | 410422Resumo: Para comparar as teorias dos especialistas com as teorias leigas sobre a corrupção, pedimos a 388 adultos portugueses, 204 homens e 184 mulheres, que preenchessem um de três questionários que continham uma parte comum e eram constituídos por uma tarefa de associação de palavras e diversas escalas de opinião. Os principais resultados mostram que os leigos (a) associam fortemente a política à corrupção; (b) consideram que alguns comportamentos são mais condenáveis do que outros, merecendo diferentes tipos de punição; (c) estão conscientes das diferentes consequências da corrupção; porém, apenas o efeito negativo da corrupção sobre a organização social prediz o grau em que as práticas corruptas são consideradas como condenáveis; (d) consideram que Angola apresenta níveis de corrupção, nomeadamente de pequena corrupção, mais elevados do que Portugal e sofre mais as suas consequências; contudo, contrariamente ao que era esperado, a experiência de vida num país com níveis de corrupção mais elevados conduz à formação de opiniões menos, e não mais, negativas sobre as consequências da corrupção. Estes diferentes aspetos das teorias leigas sobre a corrupção são analisados e discutidos.
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Monografias Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD262 (Browse shelf) PJCD262 Available PJ1CD262_22

Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 331 KB em formato PDF (23 p.)

Para comparar as teorias dos especialistas com as teorias leigas sobre a corrupção, pedimos a 388 adultos portugueses, 204 homens e 184 mulheres, que preenchessem um de três questionários que continham uma parte comum e eram constituídos por uma tarefa de associação de palavras e diversas escalas de opinião. Os principais resultados mostram que os leigos (a) associam fortemente a política à corrupção; (b) consideram que alguns comportamentos são mais condenáveis do que outros, merecendo diferentes tipos de punição; (c) estão conscientes das diferentes consequências da corrupção; porém, apenas o efeito negativo da corrupção sobre a organização social prediz o grau em que as práticas corruptas são consideradas como condenáveis; (d) consideram que Angola apresenta níveis de corrupção, nomeadamente de pequena corrupção, mais elevados do que Portugal e sofre mais as suas consequências; contudo, contrariamente ao que era esperado, a experiência de vida num país com níveis de corrupção mais elevados conduz à formação de opiniões menos, e não mais, negativas sobre as consequências da corrupção. Estes diferentes aspetos das teorias leigas sobre a corrupção são analisados e discutidos.

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