Intelligence sharing and the fight against terrorism in the EU [Recurso eletrónico] : lessons learned from Europol / Oldrich Bures
In: European View.ISSN 1865-5831. (3 May 2016) , p. [1-10]Idioma: Inglês.Assunto: TERRORISMO | COOPERAÇÃO POLICIAL | INFORMAÇÃO CRIMINAL | EUROPOL | UNIÃO EUROPEIA Resumo: As investigações realizadas após os ataques terroristas de 2015 na Europa realçaram a contradição entre a aparente livre circulação de terroristas em toda a Europa e a falta de partilha de informações ao nível da UE. Em resposta, os decisores políticos têm prometido repetidamente melhorar a partilha de informações em toda a Europa, defendendo alguns ainda a ideia de transformar a Europol num "hub" centralizado de informações criminais da UE, semelhante ao FBI. Argumenta-se que, apesar da clara necessidade de partilha de informação sem fronteiras como uma resposta ao terrorismo sem fronteiras, é altamente improvável que a Europol se torne uma agência de inteligência genuína no futuro, sobretudo porque será difícil que os decisores políticos persuadam todas as agências nacionais a cumprir no que toca à partilha de informações.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 269 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 605 KB em formato PDF (10 p.).
As investigações realizadas após os ataques terroristas de 2015 na Europa realçaram a contradição entre a aparente livre circulação de terroristas em toda a Europa e a falta de partilha de informações ao nível da UE. Em resposta, os decisores políticos têm prometido repetidamente melhorar a partilha de informações em toda a Europa, defendendo alguns ainda a ideia de transformar a Europol num "hub" centralizado de informações criminais da UE, semelhante ao FBI. Argumenta-se que, apesar da clara necessidade de partilha de informação sem fronteiras como uma resposta ao terrorismo sem fronteiras, é altamente improvável que a Europol se torne uma agência de inteligência genuína no futuro, sobretudo porque será difícil que os decisores políticos persuadam todas as agências nacionais a cumprir no que toca à partilha de informações.
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