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Os comunistas portugueses no exílio : (1960-1974)l / Adelino Filipe Saraiva da Cunha ; ori.tese Pinto, António Costa

Autor: CUNHA, Adelino Filipe Saraiva da Autor secundário: PINTO, Antonio Costa, -, Orientador de teseIdioma: Português.País: Portugal.Publicação: Lisboa : Universidade de Lisboa, 2015Descrição física: 352 p.; 30 cmColeção: EstudosNota de dissertação ou tese: Tese especialmente elaborada para obtenção do grau de Doutor em História, especialidade em Dinâmicas do Mundo ContemporâneoAssunto: 1305 | 423361 | 229370 | 232962 | 5155CDU: 94 Localização e Cota : EST1295 Resumo: O exílio de Álvaro Cunhal, na sequência da fuga da prisão em 1960, marcou uma nova etapa na história do PCP: pela primeira vez, o Secretariado do Comité Central instalou-se no exterior. O que favoreceu a constituição progressiva de vários colectivos de exilados de comunistas portugueses em Argel, Moscovo, Bucareste, Praga e Paris, incluindo um grupo de crianças em Ivanovo. Este exílio de carácter transitório dependia da confluência de várias circunstâncias pessoais e do cumprimento de funções concretas no exterior que contribuíssem para a luta no interior. Trata-se de um Exílio Político Funcional. A sua aplicação marcou grande parte da década de 60 e acabou por resultar na exposição do PCP às intensas dinâmicas contemporâneas da época.
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Monografias Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais
EST1295 (Browse shelf) 9768 Available DGRSP9768

Tese especialmente elaborada para obtenção do grau de Doutor em História, especialidade em Dinâmicas do Mundo Contemporâneo

O exílio de Álvaro Cunhal, na sequência da fuga da prisão em 1960, marcou uma nova etapa na história do PCP: pela primeira vez, o Secretariado do Comité Central instalou-se no exterior. O que favoreceu a constituição progressiva de vários colectivos de exilados de comunistas portugueses em Argel, Moscovo, Bucareste, Praga e Paris, incluindo um grupo de crianças em Ivanovo. Este exílio de carácter transitório dependia da confluência de várias circunstâncias pessoais e do cumprimento de funções concretas no exterior que contribuíssem para a luta no interior. Trata-se de um Exílio Político Funcional. A sua aplicação marcou grande parte da década de 60 e acabou por resultar na exposição do PCP às intensas dinâmicas contemporâneas da época.

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