Heroína : Lisboa como território psicotrópico nos anos noventa / Luís Almeida Vasconcelos
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 2003Descrição física: 146 p.; 23 cmColeção: Estudos e Investigação; 29ISBN: 9726711169Assunto: 320203 | 322367 | 322124 | 322386 | 5029 | 400400Resumo: Assim baseados, e tendo agora em conta a dimensão processual dos consumos de heroína- cujos efeitos fizemos emergir como correspondendo à progressiva integração de um conjunto de actos cumulativos que concatena trajectórias espaciais com modalidades de interarcção, objectos e gestualidades diversas-, propomos que toda a cidade serja encarada como um território psicotrópico.A constituição das cidades é aqui revisitada à luz do consumo de drogas num livro altamente inovador e, em muitos aspectos, inesperado. Questionando a problemática antropológica do tempo, Luís Almeida Vasconcelos estuda os ciclos repetidos que compoêm a vida dos junkies demonstrando um sentido intenso do drama humano que estes vivem. A obra permite-nos penetrar nas vivências de actores sociais que, para tantos de nós, surgem tantas vezes como meros objectos passivos, como zombis da droga.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais | IPJCCESTP411 (Browse shelf) | IPJCC10269 | Available | IPJCC CID102699017 |
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Assim baseados, e tendo agora em conta a dimensão processual dos consumos de heroína- cujos efeitos fizemos emergir como correspondendo à progressiva integração de um conjunto de actos cumulativos que concatena trajectórias espaciais com modalidades de interarcção, objectos e gestualidades diversas-, propomos que toda a cidade serja encarada como um território psicotrópico.
A constituição das cidades é aqui revisitada à luz do consumo de drogas num livro altamente inovador e, em muitos aspectos, inesperado. Questionando a problemática antropológica do tempo, Luís Almeida Vasconcelos estuda os ciclos repetidos que compoêm a vida dos junkies demonstrando um sentido intenso do drama humano que estes vivem. A obra permite-nos penetrar nas vivências de actores sociais que, para tantos de nós, surgem tantas vezes como meros objectos passivos, como zombis da droga.
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