Cemitérios de Lisboa: entre o real e o imaginário. / Francisco Moita Flores
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : Câmara Municipal, 1993Descrição física: 167p.; 31cmAssunto: 262884 | 234230Resumo: Falar da morte no nascimento de um novo século. Revolução e secularização dos cemitérios em Portugal. Morte e memória: a construção da imortalidade. Símbolos da morte, da vida e da memória.O francesismo nos cemitérios. Epitáfios. Cidade dos vivos, cidade dos mortos - o valor da memória. A maçonaria: a reelaboração do sagrado e do profano. Jazigo Palmela. Ciganos: a morte traçada na palma da mão. A 'Egiptomania' nos cemitérios. Símbolos do trabalho. A simbólica do 'Estado Novo'. Uma simbólica antifascista. A 'dessacralização' do cadáver. A cremação: o mito do fogo e a cidade apressada. Cemitérios de Lisboa, museus da morte e da vida. A arte e a vida nos cemitérios de Lisboa - o passado e a memória. A releitura dos santos mártires de Lisboa.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ13.A.110 (Browse shelf) | PJ17242 | Available | PJ117242 |
Falar da morte no nascimento de um novo século. Revolução e secularização dos cemitérios em Portugal. Morte e memória: a construção da imortalidade. Símbolos da morte, da vida e da memória.O francesismo nos cemitérios. Epitáfios. Cidade dos vivos, cidade dos mortos - o valor da memória. A maçonaria: a reelaboração do sagrado e do profano. Jazigo Palmela. Ciganos: a morte traçada na palma da mão. A 'Egiptomania' nos cemitérios. Símbolos do trabalho. A simbólica do 'Estado Novo'. Uma simbólica antifascista. A 'dessacralização' do cadáver. A cremação: o mito do fogo e a cidade apressada. Cemitérios de Lisboa, museus da morte e da vida. A arte e a vida nos cemitérios de Lisboa - o passado e a memória. A releitura dos santos mártires de Lisboa.
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