01874 2200265 45000010005000001000041000051010008000462000069000542100037001232150018001602250012001783280052001903301147002426060015013896060013014046060022014176060023014396060030014626060019014926060013015116750008015247000034015327020031015668520011015978099 a20091111d2006 y0pory50 ba apor aFechados no silêncioesem-abrigofMaria Manuela Dias Fernandes aPortocUniversidade Abertad2006 a169 p.d30 cm aEstudos aTese de mestrado em Relações Interculturais aO fenómeno dos sem-abrigo, tal como se apresenta hoje na sociedade portuguesa, pode ser considerado muito recente. As características da população que pede nas ruas ou que nas mesmas pernoita, alteraram-se na última década. Com frequência nos cruzamos com pessoas dos dois sexos, de diferentes idades e etnias, estrangeiros que mal sabem falar português e que recorrem à mendicidade ou ao desenvolvimento de pequenas tarefas (arrumar carros ou lavar os vidros pára-brisas) para angariar uma pequena verba pecuniária. A visibilidade deste problema social contribuiu para que se olhasse para o mesmo, de uma nova forma, procurando-se a sua compreensão no desenvolvimento sócio-económico da sociedade, na incapacidade de se gerarem mecanismos preventivos da situação de sem-abrigo. Ou seja, a responsabilidade individual, por doença ou ociosidade, normalmente atribuída a quem pedia uma esmola, foi diluída numa compreensão mais alargada do problema, dando-se ênfase a factores estruturais, como o desemprego, as baixas pensões e reformas, os baixos salários, as rupturas relacionais e simbólicas. aSOCIOLOGIA aPOBREZA  aEXCLUSÃO SOCIAL aIDENTIDADE SOCIAL  aREPRESENTAÇÃO SOCIAL  aESTUDO DE CASO aPORTUGAL a316 aFERNANDESbMaria Manuela Dias aSILVAbLuísa Ferreira da jEST491