03578 2200349 45000010005000001000041000051010008000461020007000542000174000612100095002352150028003302250039003583000069003973302364004666060024028306060011028546060023028656060026028886060027029146060025029416060026029666750014029927000044030067010025030507010026030757010026031017010026031277010022031537010024031758010012031998520017032117592 a20030410d1998 kkky0pory50 ba apor aPT aA justiça de menoreseas crianças entre o risco e o crimefdir. Boaventura de Sousa Santosgcoord. João Pedroso, Eliana Gersão, colab. Graça Fonseca...[et.al.] aCoimbracObservatório Permanente da Justiça Portuguesa/Centro de Estudos Sociaisd1998 aXXI, 335 p.d30 cmcil. aCentros de Estudos Sociaisvvol.IV aRelatório do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa aCapítulo I - A justiça de menores em sociedade: Evolução do processo. Capítulo II - A justiça de menores em Portugal: o projecto de investigação: Objecto, hipóteses e metodologias. Hipóteses de trabalho. Metodologia. A base de dados do GEP. A validação dos dados do GEP. Resultados do processo de validação: os processos pendentes e a caracterização de processos findos. Capítulo III - A litigação dos menores: Movimento processual tutelar. A litigação "de menores": evolução de 1942 a 1996. Os arquivamentos liminares sem processo: os menores à porta do Tribunal. Os mobilizadores dos Tribunais de Menores. Capítulo IV - A caracterização sociológica das crianças e jovens em risco ou que praticam crimes: O sexo das crianças sujeitas a processos tutelares: evolução de 1942 a 1996. A idade das crianças e jovens: evolução de 1964 a 1996. A orfandade dos menores. A escolaridade dos menores. As crianças e jovens no Tribunal de Menores de Lisboa. As crianças e jovens no Tribunal de Menores e de Família de Coimbra. Capítulo V - As medidas aplicadas na jurisdição de menores: A evolução de 1942 a 1996. Medidas aplicadas pela jurisdição tutelar e situações desencadeantes da intervenção. O internamento em estabelecimento de reeducação - situações que mais fortemente o desencadeiam. Suspensão das medidas. Observação. As medidas e o sexo das crianças e jovens. As medidas aplicadas por tipos de crime. Capítulo VI - A Justiça de Menores: alguns bloqueios: Os tempos da Justiça de Menores: o tempo organizacional, o tempo processual e o tempo das crianças e dos jovens. A duração e morosidade dos processos tutelares. A morosidade no Tribunal de Menores de Lisboa. As causas da morosidade e outros bloqueios. Um contributo para a eliminação de alguns bloqueios. Capítulo VII - O apelo à comunidade: a intervenção não judicial na protecção das crianças em risco: O apelo à comunidade. As experiências estrangeiras de intervenção não judicial. As Comissões de Protecção de Menores em Portugal: evolução de 1974 a 1996. A protecção não judiciária dos menores em risco em Portugal: o estado e comunidade em acção. Conclusões, reflexões e questões. Capítulo VIII - Conclusões. aDIREITO DOS MENORES aCRIME  aCRIANÇA EM RISCO aCRIMINALIDADE JUVENIL aDELINQUÊNCIA JUVENIL aJUSTIÇA DE MENORES aMAUS TRATOSyPORTUGAL a343.121.5 aSANTOSbBoaventura de Sousaf1940-4651 aPEDROSObJoão4340 aGERSÃObEliana4340 aFONSECAbGraça4205 aLOURENZObIsabel4205 aPINTObPaula4205 aSANTOSbRenato4205 aPTgRPC j343.121.5SAN