02138nam a2200241 45000010005000001000041000051010008000462000089000542050012001432100046001552150023002013301462002246060017016866060024017036060026017276060009017536060013017626060013017756060024017887000036018127010035018488520013018835781 a20010326d1923 y0pory50 ba apor aOs criminosos na arte e na litteraturafEnrico Ferrigtrad. João Moreira D'Almeida a3º ed. aLisboacLivraria Clássica Editorad1923 aXII, 259 p.d19 cm aPrefacio da primeira edição. Prefacio da segunda edição. Os criminosos na vida, na sciencia e na arte. I- Os microbios do mundo criminal e a arte popular. II - Os typos psycho-anthropologicos do homem criminoso. III - Os criminosos nas artes decorativas. IV - Os crime de sangue na tragedia e no drama - Os assassinatos incestuosos na tragedia grega - "Macbeth", "Hamlet", "Othello" - "Os bandidos" de Schiller - "A morte civil e Nero" - "Os camorristas" - "Cavalleria Rusticana". V- O crime nos romances e nos dramas judiciarios - Gaboriau e Sardou. VI - "O ultimo dia d'um condemnado á morte", por Victor Hugo, e a dupla execução capital a que eu assisti em Paris. VII - Os criminosos no romance contemporaneo - "Thereza Raquin", "Germinal" e "Besta humana" de Zola - "Cosmopolis", "André Cornélis" e "O Discípulo" de Bourget - "O Bom crime" de Coppée - "O Intruso" de d'Annunzio. VIII - A arte septentrional - "Os Espectros", de Ibsen, "Sonata a Kreutzer" e o "Poder das trevas" de Tolstoi - "Recordações da Casa dos Mortos", "Crime e Castigo", de Dostoïewsky. A arte e a gente de bem. Na obra, o autor pretende, enunciando vários exemplos, fazer entender que a arte teve sempre, por justos motivos, uma função social de prever as novas direcções da consciência humana. Sendo um reflexo sentido da vida, não pode pôr de lado o estudo das inúmeras metamorfoses do crime e do espírito criminoso da sociedade. aCRIMINOLOGIA aSOCIOLOGIA CRIMINAL aANTROPOLOGIA CRIMINAL aARTE aITÁLIA aPORTUGAL aPSICOLOGIA CRIMINAL aFERRIbEnricof1856-19294070  aD'ALMEIDAbJoão Moreira4730 j343.9FER