05185 2200325 4500001000700000090001100007100004100018101000800059102000700067200017100074210008000245215001800325330404400343606001904387606001904406606003504425606003704460606001904497606002804516606001804544675001404562700003004576701004204606701002904648701003104677702003404708801001204742852001004754995009504764409190 a409190 a20250402d u||y0pory50 ba apor aPT aInquérito Nacional Sobre comportamentos Aditivos em Meio Prisional 2023fMarcos Henriques, Tiago Pereira, Sandra Caniço, Otília Ferreiragcoord. João Ferreira aLisboacInstituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependênciasd2024 a293 p.d30 cm aO presente documento consubstancia o Relatório Preliminar do INQUÉRITO NACIONAL SOBRE COMPORTAMENTOS ADITIVOS EM MEIO PRISIONAL, 2023, cuja recolha de campo decorreu entre os dias 22/11/2023 e 07/12/2023. O sistema prisional é um ambiente complexo, onde há uma variedade de desafios e questões. Neste contexto, é crucial compreender as dinâmicas das dependências que podem afetar a vida e a saúde dos reclusos. Este inquérito tem como objetivo entender melhor as dependências em ambiente prisional e é promovido pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), entidade tutelada pelo Ministério da Saúde, em colaboração com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) do Ministério da Justiça, estando a execução do estudo a ser efetuada por uma empresa externa e independente (IMR – Instituto de Marketing Research), nomeadamente a implementação no terreno já efetuada. Pretende-se com este inquérito obter informação que lhe permita entender melhor as dependências em ambiente prisional e dessa forma definir políticas e estratégias de saúde e dimensionar recursos adequados às necessidades de saúde no sistema prisional. Por sua vez, tem-se como objetivo obter informação comparativa com estudos internacionais e com os estudos nacionais realizados no passado. Em concreto, o presente inquérito tem os seguintes objetivos: • Estimar a prevalência dos diversos comportamentos aditivos (substâncias ilícitas, tabaco, álcool e jogo a dinheiro); • Identificar o tipo de crimes relativos à reclusão atual e qual a sua associação com as substâncias ilícitas, álcool e jogo a dinheiro; • Produzir estatísticas e informação comparáveis com a de outros países, nomeadamente no âmbito dos indicadores promovidos pelo European Union Drugs Agency (EUDA) (drogas ilícitas) e pela OMS (álcool); • Produzir estatísticas e informação comparáveis com a informação recolhida anteriormente, em 2001, 2007 e 2014, nos inquéritos nacionais ao consumo de substâncias psicoativas em meio prisional; Produzir estatísticas e informação comparáveis com a informação recolhida no âmbito do V Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral – Portugal 2022; • Caracterizar o perfil sociodemográfico e situação processual dos inquiridos; • Caracterizar o estado de saúde dos inquiridos, designadamente sobre a saúde mental e doenças infeciosas; • Caracterizar os diversos tipos de consumidores de substâncias ilícitas e álcool e de padrões de consumo: tipo de substâncias utilizadas, frequência, continuidade/descontinuidade do seu uso, formas de administração e tipos de policonsumos existentes; • Caracterizar os diversos tipos de jogadores a dinheiro, designadamente no que concerne a problemas associados; • Caracterizar comportamentos de risco relacionados com o consumo de substâncias ilícitas e álcool; • Caracterizar o usufruto das respostas existentes no que reporta aos comportamentos aditivos, doenças infeciosas e outras patologias associadas; • Caracterizar conhecimentos, crenças e atitudes dos reclusos relativamente a respostas existentes no que reporta aos comportamentos aditivos, doenças infeciosas e outras patologias associadas. Assim, neste documento reportam-se os resultados obtidos no estudo, fazendo a comparação com as aplicações anteriores deste estudo realizadas em 2001, 2007 e 2014, bem como com outros estudos sobre a mesma temática realizados na União Europeia. A realização da recolha de campo nos Estabelecimentos Prisionais, pressupôs um esforço de alteração às dinâmicas de funcionamento estabelecidas, pelo que a Equipa de Projeto agradece a disponibilidade e total colaboração demonstradas por parte dos Diretores e Diretoras dos Estabelecimentos Prisionais, bem como das respetivas equipas envolvidas. 91408aMEDICINA 95618aÁLCOOL aSUBSTÂNCIAS ILICITAS9423592 99147aSUBSTÂNCIAS PSICOACTIVAS 95106aPRISÃO 98694aCONTEXTOS SOCIAIS 9279aPORTUGAL 911934a61 9423593aHENRIQUESbMarcos 9358492aPEREIRAbTiago Filipe Garcia  9423594aCANIÇObSandra 9423595aFERREIRAbOtília 43409407448aFERREIRAbJoão aPTgRPC j61HEN 10461HEN52025-04-02699279480816aDGRSPcDGRSPfDGRSP9927k61HENn2025-04-02o0rMOzPDF