03273 2200289 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200023900063210003800302215002200340225001200362328006200374330229800436606001502734606003002749606002802779606001102807606002802818606002002846606002102866606001302887675001002900700003102910702003002941852001202971409165 a d kmmy0pory50 ba apor aPT aVinculação, experiências adversas e trajetórias criminaiseuma análise comparativa entre ofensores nas relações de intimidade e ofensores de outras tipologias de crimefDiogo Moreira Sousagori. tese Mariana Gonçalves aBragacEscola de Psicologiad2023 a32 p.d30 cmcPDF aEstudos aDissertação de Mestrado em Psicologia a da Justiça  aEste estudo investiga a relação entre os tipos de vinculação na infância e idade adulta e as experiências adversas em reclusos portugueses, com ênfase em ofensores detidos pelo crime de violência doméstica ou homicídio conjugal, comparados com ofensores detidos por outros crimes, sem história de violência doméstica. A amostra inclui 125 homens reclusos, divididos em dois grupos: 70 (56%) ofensores de violência nas relações de intimidade e 55 (44%) ofensores detidos por outras tipologias de crime. A investigação visa compreender a relação entre experiências adversas e indicadores de vinculação e a sua influência em comportamentos criminais específicos. O estudo envolveu a recolha de dados presencial em estabelecimentos prisionais no Norte de Portugal, através da aplicação de instrumentos psicométricos como a Escala de Memórias Precoces de Calor e Segurança, a Escala de Memórias de Infância (EMBU), a Escala de Vinculação do Adulto e o Questionário Internacional de Experiências Adversas na Infância (ACE-IQ). Os resultados indicam que a maioria dos reclusos (n = 64; 59.8%) apresentava estilos de vinculação inseguros. Em termos de experiências adversas, a exposição à violência doméstica e comunitária, bem como o abuso físico e emocional, foram as mais prevalentes. Os dois grupos diferenciaram-se significativamente nos estilos de vinculação. Os indivíduos do grupo de outros crimes apresentaram maior prevalência de vinculação evitante. Por sua vez, os indivíduos do grupo VRI apresentaram uma maior prevalência de vinculação ansiosa. As correlações entre experiências adversas e indicadores de vinculação confirmam que uma infância marcada por adversidades está associada a estilos de vinculação inseguros na idade adulta. Este estudo sublinha a necessidade de intervenções precoces para mitigar os efeitos das experiências adversas na infância, promovendo vínculos seguros e reduzindo a probabilidade de comportamentos criminosos futuros. As políticas e práticas devem focar-se em fornecer suporte emocional e educacional desde a infância, visando a prevenção da violência nas relações de intimidade e outros crimes aPSICOLOGIA aVIOLÊNCIA NA INTIMIDADE aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA aCRIME  aINTERVENÇÃO PRECOCE aTRAUMA INFANTIL aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL a159.9 aSOUSAbDiogo Moreira 4070 aGONÇALVESbMARIANA4727 jEST1361