02241 2200265 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200015800063210003800221215002200259225001200281328005600293330142900349606001501778606001301793606001201806606002101818606002101839606001301860675001001873700004201883702003801925852001201963409120 a d kmmy0pory50 ba apor aPT aProblemas das prisões portuguesaseperceção dos reclusos e guardas prisionaisfDaniela Filipa Pinheiro Valentegori. tese Rui Abrunhosa Gonçalves aBragacEscola de Psicologiad2023 a42 p.d30 cmcPDF aEstudos aDissertação de Mestrado em Psicologia Aplicada aA presente investigação foi realizada junto de 132 guardas prisionais e 133 reclusos, de sexo feminino e masculino, alocados em 3 estabelecimentos prisionais da zona norte e centro do país. Numa procura de compreender e estudar as perceções acerca das prisões nestes dois grupos de sujeitos, foi construída uma Escala de Perceções Sobre a Prisão (EPSP). Tratando-se de um estudo essencialmente exploratório traçou-se o objetivo primordial de fazer a caracterização das perceções sobre a prisão, dos sujeitos que constituíram a nossa amostra. O nosso segundo objetivo foi compreender se as perceções associam-se e variam conforme variáveis como o género, idade, nacionalidade, estado civil, habilitações literárias, tipo de estabelecimento a que o sujeito está alocado, tempo passado em ambiente prisional, número de prisões pelas quais já passou, situação jurídica e tempo de pena que falta cumprir. Tendo a nossa escala revelado uma boa consistência interna (Alpha de Cronbach = .90) e uma organização unidimensional, verificamos que existem diferenças significativas entre as perceções dos guardas prisionais e os reclusos sobre as prisões. Surgiram, de forma significativa, associadas às perceções variáveis como o género, a idade, o tipo de estabelecimento, tempo passado nas prisões e o número de prisões por que já passou. aPSICOLOGIA aPRISÃO aRECLUSO aGUARDA PRISIONAL aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL a159.9 aVALENTEbDaniela Filipa Pinheiro4070 aGONÇALVESbRui Abrunhosaf1958- jEST1336