03108 2200277 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200010400063210003800167215002400205225001200229328013400241330224800375606001702623606001802640606002002658606002002678606001502698606002102713606001302734675001002747700003202757702002902789852001202818409090 a20241218d kmmy0pory50 ba apor aPT aAgressores sexuais em meio prisionaleestudo de casosfDaniela Passosgori. tese Fátima Rodrigues aPortocFaculdade de Direitod2024 a72 f.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre em Criminologia aO presente projeto tem como finalidade analisar “como os agressores sexuais se adaptam ao meio prisional”. Os objetivos propostos são, compreender de que forma este grupo se adapta ao meio prisional, tendo em conta o seu percurso dentro da prisão. A investigação baseia-se na análise de processos individuais dos agressores sexuais, num estabelecimento prisional do Norte, com vista a compreender o percurso adaptativo experimentado por estes reclusos, e ainda perceber as diferenças de adaptação mediante o tipo de agressor. Os estabelecimentos prisionais são caraterizados como instituições que impõem aos reclusos um modo de vida particular. O quotidiano do recluso é pautado por condições, regras e normas impostas por outrem, durante o período em que o indivíduo se encontra a cumprir a sua pena. Desta forma, entrar numa prisão implica aprender um novo código comportamental e de interação social face à nova realidade, pré-definida por terceiros (Gonçalves, 2008). Assim, o conceito de adaptação encaminha-nos para um processo de modificação e de alteração comportamental com o intuito de lidar com novas situações ou ambientes. Neste sentido, esta pesquisa realiza uma análise de documentos, essencialmente de processos disciplinares e de processos individuais dos reclusos, procurando compreender de que forma os agressores sexuais se adaptam ao meio prisional. A análise dos processos disciplinares de agressores sexuais revelou uma complexidade na adaptação no meio prisional. Embora a ausência de infrações possa sugerir uma adaptação bem-sucedida, a prevalência de infrações entre abusadores de crianças e violadores indica dificuldades significativas. A adaptação deve ser avaliada considerando não apenas infrações, mas também participação em atividades de reinserção, relações interpessoais e aspetos psicológicos. Questões como medidas disciplinares eficazes, estratégias de reabilitação e acompanhamento clínico são cruciais para melhorar a adaptação prisional. Portanto, é essencial uma abordagem multifacetada para entender e apoiar a adaptação dos reclusos ao ambiente prisional.  aCRIMINOLOGIA aADAPTAÇÃO aAGRESSOR SEXUAL aCRIMES SEXUAIS  aRECLUSÃO aTESE DE MESTRADO aPORTUGAL a343.9 aPASSOSbDaniela Passos4070 aRODRIGUESbFátima4727 jEST1333