01393 2200241 4500001000700000011001400007100004100021101000800062102000700070200009200077330074700169461005300916606001700969606001100986606001100997606002301008606001301031675001001044700003001054701004201084801001201126852001301138409054 a0874-5560 a20241203d kmmy0pory50 ba apor aPT aMulheres e desvioe crimes sexuais e magistratura judicialfMariana Grilo, Nuno Poiares aNo presente artigo são testadas as teses do galanteio e da mulher demoníaca de forma a determinar se o sexo do/a agressor/a é um dos fatores que influencia o modo como os/as profissionais judiciais abordam os crimes sexuais, nomeadamente contra menores. Nesta investigação, de natureza exploratória e explicativa, recolhemos os dados através da análise comparativa de nove acórdãos dos tribunais e de um inquérito por questionário que contou com 430 participantes. À semelhança daquilo que é comummente sugerido na literatura científica, conclui-se que as mulheres que cometem crimes sexuais são tratadas de forma mais benevolente e que o seu papel de mãe é um dos fatores que influencia esse tratamento. cLisboad2022pp. 65-82tRevista ex æquovNº 45 aCRIMINOLOGIA aMULHER aCRIME  aVIOLÊNCIA SEXUAL aPORTUGAL a343.9 aGRILObMariana de Murta e aPOIARESbNuno Caetano Lopes de Barros aPTgRPC j343.9GRI