02773 2200277 4500001000700000090001100007100004100018101000800059102000700067200018700074210006100261215001700322225001200339328005600351330171700407606002002124606003602144606003302180606003302213675001802246700004502264702004302309801001202352852001202364995011902376408966 a408966 a20241022d kkky0pory50 ba apor aPT aAnálise qualitativa da experiência de residir numa casa de abrigo para mulheres que sofreram violência conjugalfDaniel Pedro de Almeida Cotrimgorient. José Henrique Ornelas a[S.l.]cInstituto Superior de Psicologia Aplicada d2009 a78 p.d30 cm aEstudos aDissertação de Mestrado em Psicologia Clínica aEste estudo apresenta uma análise qualitativa das experiências de residir numa casa de abrigo para mulheres que sofreram violência conjugal. Aquilo que se pretendeu através da realização de entrevistas semiestruturadas a seis mulheres que residiam numa casa de abrigo, foi analisar as suas vivências a partir de cinco dimensões diferentes: (i) a casa de abrigo enquanto instituição; (ii) as motivações e expetativas para ser acolhida e primeiros dias de acolhimento; (iii) sentimentos de mudança e perspetivas de futuro; (iv) estabelecimento e qualidade das relações interpessoais entre as mulheres e entre estas e o staff técnico; e (v) importância do empowerment organizacional para as mulheres acolhidas. Os resultados deste estudo apontam para que no geral as mulheres acolhidas numa casa de abrigo estão satisfeitas com as condições da mesma do ponto de vista das condições físicas, dos apoios prestados e em relação ao staff técnico. Em relação às suas experiências pessoais as mulheres consideram que o facto de se encontrarem acolhidas, lhes tem permitido desenvolver competências pessoais bem como sentem mudanças relacionadas com o facto de se sentirem mais livres e seguras. Por outro lado, denotam algumas dificuldades em estabelecer objetivos e fazer tomadas de decisão de forma rápida. No que diz respeito às relações interpessoais entre as mulheres acolhidas, apesar de terem relações solidárias, são muito marcadas pela desconfiança e pelo isolamento. Também é referida a falta de privacidade e a ausência de qualquer envolvimento em atividades relacionadas com a gestão organizacional da casa de abrigo. 9705aPSICOLOGIA 9410456aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA 9103606aCASAS DE ACOLHIMENTO 9298625aVIOLÊNCIA CONJUGAL 9158224a159.9 9423292aCOTRIMbDaniel Pedro de Almeida  47279423291aORNELASbJosé Henrique  aPTgRPC jEST1272 104EST_1272_00000000000000052024-10-29697419480566aDGRSPcDGRSPfDGRSP9741kEST1272n2024-10-29o0rMOzEM PDF