03034 2200253 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200013700063210005200200215001800252225001200270328008700282330222300369606001502592606001502607606003002622606002402652675000802676700003902684702003302723801001202756852001202768408962 a20241022d kkky0pory50 ba apor aPT aPolíticas sociais e sem-abrigo euma relação (in) mediável?fHelena Filipa Mendes Gonçalvesgorient. Cristovão Margarido aLeiriacInstituto Politécnico de Leiriad2016 a260 p.d30 cm aEstudos aDissertação de Mestrado de Mediação Intercultural e Intervenção Social aEm Portugal, comparativamente a outros países da Europa, a problemática dos sem-abrigo foi tardiamente abordada, quer do ponto de vista teórico, quer do ponto de vista das políticas e respostas sociais. Com efeito, o estado da arte em Portugal sobre esta população permanece escasso. Contudo existem estudos sobre a identificação das características desta população e dados estatísticos. Também não existem em Portugal políticas sociais destinadas especificamente à condição de sem-abrigo. Porém, estes podem auferir de outros apoios que se destinam a uma grande variedade de situações e grupos alvo de intervenção. Com efeito, o que tem sido realizado em termos de políticas e respostas sociais para esta população não colmata as suas necessidades e não garante o seu processo de inclusão na sociedade. Face a esta realidade justifica-se a realização de um estudo aprofundado baseado nas próprias opiniões dos sem-abrigo acerca dos apoios sociais destinados para a sua condição. O principal objetivo deste estudo foi compreender se os sem-abrigo conhecem as políticas sociais e de que forma usufruem ou usufruíram das mesmas. O presente estudo é qualitativo e contou com a participação de 4 individuos do sexo masculino que estão ou estiveram em situação de sem-abrigo. Os resultados indicam que os sujeitos em estudo têm conhecimento das políticas sociais disponíveis para a condição de sem-abrigo e que, inclusive já usufruíram do RSI e do Sistema Nacional de Saúde. No entanto, os mesmos assumem que se não fosse pelo facto de terem tido ajuda de técnicos de intervenção social e de familiares para os esclarecerem e ajudarem em todo o processo de iv pedido do apoio, não teriam conseguido auferir do mesmo. Estes técnicos e familiares, acabam por assumir o papel de mediadores interculturais na medida em que estabelecem uma ligação entre os sem-abrigo e as políticas sociais que lhes estão destinadas. Todos os sujeitos concordam com as respostas sociais disponíveis para a condição de sem-abrigo e inclusivamente demonstram gratidão para com a comunidade terapêutica onde residem aSOCIOLOGIA aSEM-ABRIGO aRELAÇÃO INTERCULTURAL aPOLÍTICAS SOCIAIS a316 aGONÇALVESbHelena Filipa Mendes  4727aMARGARIDObCristovão  aPTgRPC jEST1270