02969 2200277 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200012900063210002400192215001600216225001200232328013300244330208700377606002302464606002702487606001702514606001402531606001602545606001102561606002102572675001402593700004402607702002802651852001202679408884 a20241002d kmmy0pory50 ba apor aPT aA reação ao controlo formal na delinquência juvenilfAna Eduarda Pinto Simão de Carvalhogori.tese Alexandra Leandro aPortoc[s.n.]d2018 a123 p.dPDF aEstudos aDissertação realizada para obtenção do grau de Mestre em Criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto aA presente investigação surge no âmbito do aprofundamento do estudo da delinquência juvenil e tem como objetivo geral estudar a reação que os jovens têm ao contacto com o controlo formal. Particularmente, visamos conhecer como é que os jovens que vivenciam a aplicação de uma Medida Tutelar Educativa, compreendem o impacto dessa experiência nos seus comportamentos e atitudes subsequentes, e bem assim como se projetam no futuro. Procuramos também conhecer se os jovens delinquentes sentem que são tratados de forma justa no decorrer do Processo Tutelar Educativo, e se consideram a medida que lhes é aplicada como adequada e proporcional aos atos delinquentes por eles praticados. Considerando os objetivos propostos, elegemos como mais apropriada uma abordagem qualitativa e, como técnica de recolha de dados, a entrevista semiestruturada. A amostra foi constituída por 19 jovens do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, que se encontravam em cumprimento de uma medida tutelar educativa. Com este estudo, apurámos que no que respeita ao contacto que os jovens tiveram com tribunal e com o processo tutelar educativo e se o compreenderam, nenhum dos participantes do nosso estudo se mostrou capaz de responder de forma clara. Quanto ao sentimento de Justiça sentido no decorrer do processo, os dados dividiram-se. Relativamente à concordância com a medida que lhes foi aplicada, vimos que a maioria dos jovens se responsabiliza pelos atos que praticou e considera a medida adequada e proporcional aos atos delinquentes por eles praticados. Apurámos ainda que a maioria dos jovens considera que a experiência sancionatória terá impacto nos seus comportamentos e atitudes subsequentes e que não voltará a ter comportamentos delinquentes. E ainda que, no que concerne à projeção futura que fazem de si próprios, os participantes do nosso estudo vêem-se com uma alteração dos comportamentos tidos até então, afirmando pretender continuar a estudar e ingressar no mundo de trabalho.  aDIREITO DE MENORES aDELINQUÊNCIA JUVENIL aCRIMINOLOGIA aJUSTIÇA aSANÇÃO  aCRIME  aTESE DE MESTRADO a343.121.5 aCARVALHObAna Eduarda Pinto Simão de  aLEANDRObAlexandra4727 jEST1248