01567 2200241 4500001000700000011001400007100004100021101000800062102000700070200015400077330080000231461007401031606002801105606002501133606003401158606001301192606001201205606001301217675001001230700003601240701003601276852001301312408407 a1646-5075 a20240220d u||y0pory50 ba apor aPT aPrata da Casaeespaços suspensos, tempos intersticiais e atividades socioculturais na prisãofDaniel Martins Pinheiro Maciel, Manuela Ivone Cunha aA dinamização do sector sociocultural é atualmente uma parte integrante da gestão das prisões portuguesas. Neste contexto, reclusos são incentivados a participar ativamente, fazendo uso das suas competências sociais e artísticas, e beneficiando de alívios na pressão disciplinar da prisão. Frequentadores destes “espaços suspensos” onde se organizam atividades lúdicas e artísticas, alguns reclusos tornam-se “prata da casa”, simultaneamente imagem pública da prisão e beneficiários de uma relação próxima com os técnicos. Propomos aqui a análise desta posição ambígua e das formas como a “prata da casa” nos permitem pensar sobre esta modalidade penal em que os reclusos assumem uma parte da administração da sua própria pena. c[Braga]d2017tConfigurações: Revista de Sociologiapp. 59-73v20 aDIREITO PENITENCIÁRIO aEXECUÇÃO DA PENA aANIMAÇÃO SÓCIO-CULTURAL aPRISÃO aRECLUSO aPORTUGAL a343.8 aMACIELbDaniel Martins Pinheiro 4070aCUNHAbManuela Ivone P. da j343.8MAC