01440 2200229 4500001000700000011001400007100004100021101000800062102000700070200011000077330079700187461007400984606002801058606002501086606001201111606001901123606001101142606001301153675001001166700002101176852001301197408400 a1646-5075 a20240210d u||y0pory50 ba apor aPT aPrisioneirasereflexões sobre mulheres jovens, vítimas e perpetradoras da violênciafTatiana Daré aO artigo traz uma reflexão sobre o tema “mulheres e guerra”, a partir de um estudo de caso no sistema prisional feminino, no Brasil. As mulheres jovens, vítimas da violência institucional, estrutural e cultural, sob a forma do patriarcalismo, também são perpretadoras de um ciclo de violência social e familiar que se destaca na infância e juventude, através do consumo e/ou envolvimento com tráfico de drogas. Neste contexto, pretende-se compreender o conceito ‘mulheres presidiárias’, a partir de uma abordagem da teoria crítica feminista e pós-colonial. Especificamente, de que forma a violência institucional e patriarcal é reproduzida nos presídios, seja pela ‘leis da presas’ ou durante a aplicação das leis estatais e do poder disciplinar. c[Braga]d2018tConfigurações: Revista de Sociologiapp. 64-79v21 aDIREITO PENITENCIÁRIO aEXECUÇÃO DA PENA aRECLUSA aMULHER RECLUSA aGUERRA aPORTUGAL a343.9 aDARÉbTatiana  j343.8DAR