01796 2200313 4500001000700000011001400007090001100021100004100032101000800073102000700081200015600088330078600244461007501030606001201105606001901117606003101136606002801167606003201195606002001227606001301247606001401260675000701274700001801281701003401299701002101333701002801354852001001382995009001392408396 a1646-5075 a408396 a20240220d u||y0pory50 ba apor aPT aSaúde mental de crianças e adolescentes portugueses em acolhimento residencialfJoana Campos, Maria Barbosa-Ducharne, Pedro Dias, Sónia Rodrigues aEm Portugal existem mais de 8000 crianças em Acolhimento Residencial (AR). Neste estudo participaram 77 crianças em AR (63,6% rapazes). Através da Bateria ASEBA foi possível observar que os participantes apresentaram níveis clínicos de problemas de saúde mental (maioritariamente as raparigas). Estes estão relacionados com o motivo de acolhimento e com o tipo de apoio recebido. A dimensão da casa medeia a relação entre a sintomatologia e o número de apoios recebidos. Estes resultados apelam à necessidade de instituir procedimentos de avaliação psicológica no momento de admissão da criança, sensibilizar os profissionais das casas de AR para estes sinais e sintomas e implementar programas de prevenção e promoção da saúde mental. c[Braga]d2019tConfigurações: Revista de Sociologiapp.105-122v23 aSAÚDE aSAÚDE MENTAL aPROTEÇÃO DA INFÂNCIA aACOLHIMENTO RESIDENCIAL aAVALIAÇÃO PSICOLÓGICA aINTERVENÇÃO aPORTUGAL aCRIANÇA a61 aCAMPOSbJoana aBARBOSA-DUCHARNEbMaria 4070 aDIASbPedro4070 aRODRIGUESbSónia4070 j61CAM 10461CAM52024-02-20693599479918aDGRSPcDGRSPfDGRSP9359k61CAMn2024-02-20o0rAP