03772 2200241 4500001000700000021000700007100004100014101000800055102000700063200020100070210008800271215002600359330274400385337015003129606001003279606002103289606003303310675001103343700002303354712008603377712005803463852000903521408185 aPT a20231211d mkky0pory50 ba apor aPT aCocaina erelatório de situação 2004fMário CoutinhogDirecção Central de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (DCITE), Secção Central de Informação Criminal (SCIC) aLisboacDireção Central de Investigação do Trafico de Estupefacientesd2005 aCD-ROMcil.d12X14 cm aO presente trabalho, debruça-se sobre a evolução do Tráfico de Cocaína, conhecido em Portugal, no quinquénio 2000-2004. O último relatório elaborado por esta DCITE, sobre Cocaína data de 1997. Assim, dado o longo interregno optou-se na elaboração do presente, utilizando o ano de 2000, como ponto de partida. Não obstante as dificuldades que tal interregno originou, tentou-se de uma forma clara e factual, “produzir” um relatório o mais próximo da realidade possível. Inicia-se o presente por se caracterizar o estupefaciente quanto à sua origem, composição, formas de apresentação, derivados e efeitos activos quanto ao consumo. Para finalizar o capitulo, “faz-se” um pouco de história, falando da cocaína e como esta foi utilizada pelo homem até aos nossos dias. Assim, para o enquadramento do estudo pretendido, entendemos pertinente começar por uma breve caracterização da situação mundial e em particular da europeia, dado designadamente o facto de Portugal ser indicado como um país de importância estratégica para os fluxos de Cocaína destinados ao abastecimento do mercado europeu através da denominada “Rota do Atlântico”, mais do que por outro motivo, designadamente a importância do mercado interno desta droga. Faz-se depois uma abordagem de base estatística a partir dos relatórios anuais produzidos pela DCITE, ONU, EUROPOL, IDT e outros Organismos nacionais e internacionais, que se debruçam sobre o fenómeno, procurando identificar eventuais tendências, no referido período, incidindo na realidade nacional. O tráfico por via marítima, por ser apontado como o principal “responsável” pela entrada da cocaína em Portugal, é neste trabalho, alvo de um pequeno estudo mais cuidado, originando alguns pontos de vista, que poderão servir como tópicos para futuros trabalhos. Por último apresentamos uma breve súmula dos casos mais importantes investigados no período em causa, na medida em que constituem um indicador objectivo das tendências e do modo de actuação das organizações. Importa ainda referir, que neste trabalho foram incluídos alguns itens referentes à Policia Judiciária que se acharam relevantes, sobretudo quanto às suas actividades nos últimos anos, sempre na vertente da Cocaína. Ainda neste capitulo, são referidos alguns “caminhos” utilizados, presentemente na investigação, outros são sugeridos, como metodologias a implementar em novas investigações. Chegado ao fim do Relatório, fica-se com a sensação de que outros itens se poderiam ter incluído, ou que outros poderiam ter sido mais aprofundados, contudo, este foi o trabalho possível. aRequisitos do sistema: Windows, PC ou compatível, (MB de RAM, drive de CD ROM compativel MPC ou fones, Placa de som, mouse. Microsoft Windows  aDROGA aCONSUMO DE DROGA aTRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES a343.57 aCOUTINHObMário  aDIRECÇÃO CENTRAL DE INVESTIGAÇÃO DO TRÁFICO DE ESTUPEFACIENTES (DCITE)  a SECÇÃO CENTRAL DE INFORMAÇÃO CRIMINAL (SCIC) jMM26