02159 2200217 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200014500063210002500208215002200233225001200255328018300267330134900450606001501799606001501814675001001829700003901839702005101878852001201929408069 a20231109d kmmy0pory50 ba apor aPT aPsicologia do testemunho infantileverdades e mentiras na cena judicialfAnabela Almeida Teixeira Pereira gori. tese Carlos Alberto Poiares aLisboac[s.n.]d2014 a106 p.d30 cm PDF aEstudos aDissertação apresentada para a obtenção do Grau de Mestre em Psicologia Forense e da Exclusão social conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias aA presente dissertação tem como objetivo estudar a temática da credibilidade do testemunho de crianças e jovens menores de idade. Os depoimentos efetuados por sujeitos de idades precoces geram controvérsia, pois, se por um lado existe uma tendência para lhes atribuir pouca confiabilidade e considerá-los como testemunhos inseguros e vacilantes, pelo outro existe o mito de que as crianças não mentem. Alguns autores referem ainda a falta de sinceridade das crianças e dos jovens, que poderá ser atribuída ao receio de um castigo contra si mesmo ou de uma punição a um familiar ou pessoa significativa, pelo que há que ter presente a possibilidade de mentira defensiva. Um falso testemunho poderá também ser induzido pela pressão de uma sugestão, por declarar como verdadeira uma ocorrência não real, baseada em falsas memórias, por sugestão, através de perguntas tendenciosas, pelo embaraço em narrar factos constrangedores ou ainda pela pouca capacidade em distinguir a verdade e a mentira, devendo partir-se do pressuposto que nem todos têm o mesmo grau de desenvolvimento intelectual, dependendo este do ambiente familiar, da educação, da socialização e de toda uma série de características pessoais que por certo influirão em determinado momento na veracidade do testemunho aPSICOLOGIA aTESTEMUNHO a159.9 aPEREIRAbAnabela Almeida Teixeira  4727aPOIARESbCarlos Alberto Martins Da Silva  jEST1210