03621 2200253 4500001000700000090001100007100004100018200016000059210002500219215002200244225001200266328029400278330241100572606002002983606003303003606002203036606002103058606003703079675001603116700003903132702006503171852001203236995011903248408066 a408066 a20231109d kmmy0pory50 ba aViolência conjugal contra a mulhereimpactos na produtividade laboralfMarlene Pascoal Ferreira gori. tese Hélia A. de Magalhães C. Bracons Carneiro aLisboac[s.n.]d2022 a115 p.d30 cm PDF aEstudos aDissertação defendida em provas públicas para obtenção do Grau de Mestre no Curso de Mestrado em Riscos e Violências nas Sociedades Atuais,no curso de Mestrado em em Riscos e Violências nas Sociedades Atuais conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias aA investigação qualitativa que desenvolvemos teve como objetivo de conhecermos os impactos causados pela violência conjugal na produtividade laboral das mulheres, através da experiência dos técnicos superiores de apoio a vítimas de violência doméstica, que desempenham funções na Casa de Abrigo que pertence à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Recorremos à entrevista semiestruturada junto dos técnicos para a recolha de informação sobre a temática em questão. Quanto a problemática da violência e empregabilidade, apurou-se que um dos impactos causados pela violência doméstica é por vezes a dificuldade que a vítima passa a ter para manter o emprego, outras vítimas acabam por ficar desempregadas temporariamente, dependentes dos apoios sociais e com maior vulnerabilidade financeira. Conclui-se que relativamente ao emprego, as agressões infligidas nas vítimas de violência doméstica de forma reiterada produzem impactos na sua capacidade e produtividade laboral. No processo de autonomização, apurou-se que as vítimas acolhidas na casa de abrigo eram de nacionalidade estrangeira e estavam todas desempregadas. Um dos passos que é fundamental para o projeto de autonomia das vítimas é a integração no mercado de trabalho, a vasta experiência dos técnicos na problemática da violência conjugal e o conhecimento da situação da vítima por parte de todos os intervenientes apresenta-se como uma boa resolução para o problema. No apoio Jurídico prestado à Vítima, apurou-se que o apoio jurídico é fundamental para a vítima, para além do apoio e acompanhamento jurídico que a vítima tem ao longo do processo de autonomização, desenvolve-se também junto da vítima, um trabalho de empoderamento de forma a manter a vítima bem informada dos seus direitos enquanto cidadã e futura trabalhadora. Relativamente as medidas de combate ao flagelo do crime de violência doméstica, apurou-se que seria uma mais-valia se as escolas criassem um programa de educação para a saúde, com incidência na abordagem da violência doméstica e fosse trabalhado com as crianças, as questões de género para o desenvolvimento da cidadania ativa, com o objetivo de alterar este costume da violência contra a mulher, no qual é considerado crime e atentado contra os direitos humanos. 9558aSOCIOLOGIA 9298625aVIOLÊNCIA CONJUGAL aMAUS TRATOS93093 9103594aMULHERES 9325904aVÍTIMAS DE VIOLÊNCIA 9421247a316 9422089aFERREIRAbMarlene Pascoal  47279422088aCARNEIRObHélia A. de Magalhães C. Bracons  jEST1207 104EST_1207_00000000000000052023-11-09691499479549aDGRSPcDGRSPfDGRSP9149kEST1207n2023-11-09o0rMOxOferta