03367 2200253 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200016000063210002400223215002200247225001200269328015100281330246300432606001602895606002102911606003202932606002802964606001702992675000603009700004003015702004603055852001203101408054 a20231107d kmmy0pory50 ba apor aPT aArquitetura e design prisional e sua influência no comportamento dos reclusos fAna Rita de Castro Ribeirogori.tese Rita Jorge Holbeche Tinoco de Faria  aPortoc[s.n.]d2023 a123 p.d30 cm PDF aEstudos aDissertação do 2º Ciclo de Estudos Conducente ao Grau de Mestre em Criminologia apresentado á Faculdade de Direito da Universidade do Porto aA arquitetura e design prisional são extremamente diversos, o qual se deve à crença de que a arquitetura e design são relevantes para o comportamento dos reclusos, para as suas experiências e para a concretização dos objetivos inerentes à pena de prisão. Esta diversidade arquitetónica tem consequências, podendo influenciar, por exemplo, a reincidência e o número de infrações cometidas pelos reclusos durante o cumprimento das suas sentenças. Daqui poderão decorrer repercussões económicas e sociais. Porém, não existe suficiente evidência relativamente ao efeito que a arquitetura e design prisional poderão surtir para o sucesso dos reclusos na sua adaptação prisional, uma vez que os estudos sobre o tema são demasiado escassos (e.g. Beijersbergen, Dirkzwager, Van der Laan e Nieuwbeerta, 2016; Moran, Jewkes e Turner, 2016; Nadel e Mears, 2018). O objetivo geral deste estudo é compreender a relação entre a arquitetura e design prisional e os comportamentos dos reclusos, mais concretamente, perceber de que forma a arquitetura e design prisional (celas, som, tamanho e localização) influenciam o comportamento de adaptação à prisão pelos reclusos. Para cumprir com dito objetivo, neste estudo (de natureza qualitativa) foi utilizada uma amostra de reclusos de diferentes estabelecimentos prisionais portugueses. Os reclusos participantes do estudo foram selecionados mediante um processo de amostragem por conveniência, bem como os EPs, cuja seleção ocorreu em função das suas características arquitetónicas e de design (celas, tamanho e localização do EP). Os dados foram recolhidos através de entrevistas semiestruturadas e em profundidade, as quais tiveram de ser especialmente desenhadas para este estudo. Com as mesmas, pretendia-se explorar as experiências e perceção dos reclusos relativamente à influência da arquitetura e design prisional nos seus comportamentos. Pretendia-se, ainda, perceber qual a perceção dos reclusos relativamente à forma como a arquitetura e design prisional influenciam as interações entre reclusos; entre reclusos e guardas prisionais; e as infrações cometidas por reclusos. Também se abordou a perceção subjetiva dos reclusos relativamente a zonas específicas da prisão e elementos arquitetônicos particulares. Na análise dos dados seguiu-se o método de análise de conteúdo.  aARQUITETURA aDesign Prisional aCOMPORTAMENTOS DOS RECLUSOS aADAPTAÇÃO PRISIONAL aCRIMINOLOGIA a7 aRIBEIRObAna Rita de Castro Ribeiro 4727aFARIAbRita Jorge Holbeche Tinoco de jEST1200