02540 2200241 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200020200063210002100265215002200286225001200308328016900320330164300489606002802132606001302160606001602173606001102189675001002200700004102210702003502251852001202286407775 a20230703d kmmy0pory50 ba apor aPT aPrisão com fronteiraserelações Inter-étnicas em Meio Prisional, Estudo de Caso no Estabelecimento Prisional de CarregueirafOrlando Jorge Cruz Dias Gomesgori. tese Maria Margarida Marques a[S.lcs.n]d2012 a119 p.d30 cm PDF aEstudos aDissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Migrações, Inter-etnicidades e Transnacionalismo aCom este trabalho procuro fazer um estudo comparativo, dar voz aos estrangeiros caboverdianos e de países emergentes da ex União Soviética a cumprir pena no Estabelecimento Prisional da Carregueira, deixando-os falar acerca do modo como se auto representam, representam o “outro” maioritário, num contexto marcado por estereótipos e tentar compreender as representações e a base para o processo de construção das relações através “dos olhos destes estrangeiros”, ultrapassando eventuais perspectivas etnocêntricas. A referência para este trabalho é: dois grupos constituídos por reclusos do E. P. Carregueira, sendo o primeiro grupo constituído por caboverdianos, o segundo grupo constituído por indivíduos proveniente de países emergentes da ex União Soviética, que poderão ser percepcionados, de forma simultânea ou não, como categorias, étnicas, raciais e nacionais. Pretendo saber como se auto e hetero representam face ao “outro”? E que factores balizam a construção de tais representações, cuja génese radica em processos de intervenção entre maioria e minoria. Pretendo perceber quais as suas pertenças reais ou imaginadas a um grupo étnico, e a forma como estes indivíduos constroem o “nós”, ou seja, como definem o seu “eu” e o que pensam da sociedade portuguesa, como percepcionam o “outro” maioria? Interessa-me, ainda analisar a forma como estes reclusos olham de fora sobre si próprios, tentando ver-se como os outros os vêem, a fim de descortinar de que modo uns e outros se diferenciam e se aproximam na massa prisional.  aDIREITO PENITENCIÁRIO aPRISÃO aIDENTIDADE  aETNIAS a343.8 aGOMESbOrlando Jorge Cruz Dias Gomes 4727aMARQUESbMaria Margarida  jEST1233