02827 2200265 4500001000700000090001100007100004100018101000800059102000700067200018300074210002400257215002500281225001200306328013400318330173000452606004602182606002002228606001702248675001802265700004502283702005202328702005002380852001202430995011902442407772 a407772 a20230629d kmmy0pory50 ba apor aPT aO consumo de droga em indivíduos reclusosetrajetórias droga-crimefAndreia Almeida Azevedogori. tese Jorge Albino Quintas de Oliveira, Maria Alexandra Gomes Machado Leandro aPortoc[S.n.]d2021 avi, 93 P.d30 cm PDF aEstudos aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre em Criminologia aA presente investigação procurou analisar a relação entre a droga e o crime. Especificamente, procurou saber o percurso nos consumos de droga e na prática criminal de indivíduos reclusos, ao mesmo tempo que se exploram outras vertentes, nomeadamente familiar, escolar e laboral. Posteriormente, o objetivo passou por analisar as biografias dos indivíduos e verificar o seu enquadramento na tipologia de trajetórias desviantes de Cândido da Agra. A fim de atingir este objetivo foram aplicadas entrevistas semiestruturadas a reclusos de estabelecimentos prisionais masculinos, a cumprir pena por roubo, furto ou tráfico de droga. Pelo facto de, atualmente, haver uma pandemia mundial e entraves à realização do estudo, a amostra foi constituída por apenas 3 reclusos. A entrevista semiestruturada incluiu as seguintes dimensões: história do consumo de droga, história criminal, consumos em meio prisional e, por fim, a relação entre a droga e o crime. Os resultados permitiram concluir que existe, efetivamente, uma relação entre a droga e o crime, sendo que esta relação não é simples e causal, mas sim complexa e múltipla, onde se possibilita a identificação da tipologia de trajetórias desviantes. A influência do meio familiar, bem como a associação com o grupo de pares mostraram-se bastante relevantes no percurso dos indivíduos. Relativamente à tipologia de trajetórias, verificou-se num dos casos a presença de um “especialista droga-crime”, tendo nos outros dois casos surgido algumas dúvidas quanto ao enquadramento na tipologia. Ao longo da investigação foram também descritas limitações e dificuldades no seu desenvolvimento.  2Droga; Crime; Reclusos9704aCRIMINOLOGIA 911480aRECLUSOS aCRIME 94988 9158254a343.9 9421561aAZEVEDObAndreia Almeida Azevedo 4727aOliveirasbJorge Albino Quintas de9106859 913059aLEANDRObMaria Alexandra Gomes Machado jEST1186 104EST_1186_00000000000000052023-06-29688929479118aDGRSPcDGRSPfDGRSP8892kEST1186n2023-06-29o0rMOxOferta