03029 2200265 4500001000700000100004100007101000800048102000700056200021300063210004100276215002200317328042000339330171700759606002202476606002802498606003002526606002702556606003102583675001402614700003802628701004102666701003202707801001202739852001202751407753 a20230619d kkky0pory50 ba apor aPT aJovens "delinquentes" institucionalizados em Portugaleum estudo qualitativo das suas histórias de vidafSilvana Daniela Ventura Teixeiragorient. Ana Rita Conde Dias, orient. Carla Margarida Vieira Antunes aPortocUniversidade Lusófonad2017 a37, [4] p.d30 cm aDissertação de Mestrado em Psicologia da Justiça: Vítimas de crime Dissertação defendida em provas públicas na Universidade Lusófona do Porto no dia 11/04/2017, perante o júri seguinte: Presidente: Prof.ª Doutora Célia Isabel Lima Ferreira Arguente: Prof.ª Doutora Andreia Moura (Prof.ª Auxiliar da Universidade Lusófona do Porto) Orientadora: Prof.ª Doutora Carla Margarida Vieira Antunes aNão existe uma definição consensual na literatura para o termo “delinquência juvenil”. Na tentativa de explicação deste fenómeno encontra-se na literatura, teorias intra-individuais, da aprendizagem social, sócio-estruturais e desenvolvimentais. Verifica-se a predominância de estudos focados na prevalência e na identificação de factores de risco ou de preditores da delinquência, sendo escassos os estudos que procuram compreender o fenómeno desde o ponto de vista de quem o vivencia, de carácter qualitativo. Assim, surge este estudo no sentido de colmatar esta lacuna, através da análise da história de vida de 9 jovens, do sexo masculino, institucionalizados num Centro Educativo em Portugal. Para aceder aos participantes recorreu-se ao pedido de autorização para recolha de dados no Centro Educativo à DGRSP, onde posteriormente foi obtido o consentimento informado dos jovens e/ou dos seus representantes legais. As entrevistas foram realizadas e gravadas nas instalações do Centro Educativo, com uma duração média entre os 45 e os 120 minutos e transcritas na íntegra, de modo a salvaguardar-se a integridade dos relatos para posterior análise. Os resultados indicam que a família e o grupo de pares assume um papel central na vida dos jovens, apesar das experiências negativas (e.g.: maus-tratos, rejeição, abandono).Os jovens focam ainda a dificuldade e instabilidade decorrentes da institucionalização, assim como os remorsos associados ao cometimento dos comportamentos delinquentes. Salienta-se a influência negativa das experiências adversas no seu autoconceito e a valorização do ideal de família unida e afetuosa. aJUSTIÇA JUVENIL aINSTITUCIONALIZAÇÃO aCOMPORTAMENTO DELINQUENTE aDELINQUÊNCIA JUVENIL aTESE DE MESTRADOyPORTUGAL a343.121.5 aTeixeirabSilvana Daniela Ventura 4727aANTUNESbCarla Margarida Vieira 4727a DiasbAna Rita Conde  aPTgRPC jEST1181