03566 2200265 4500001000700000090001100007100004100018101000800059102000700067200020600074210002300280215002400303225001200327328007600339330256500415606002002980606002403000606001703024606003103041700002703072702003603099702003403135852001203169995011903181407641 a407641 a20230303d kmmy0pory50 ba apor aPT aSer pai aquém e além-muroseimpactos do aprisionamento na paternidadeeda trajetória de vida à ressignificação da parentalidadefJoana Azevedogori. tese Ana Rita Monteiro, Rodrigo Rufino  a[S.l.cs.n.]d2022 a55 p.d30 cm em PDF aEstudos aRelatório Final da Unidade de Laboratório do Projeto em Sociologia  aEste projeto pretendeu compreender as formas de parentalidade em contexto prisional, como é que o aprisionamento influencia ou condiciona o exercício da parentalidade. Dito de outro modo, como é que se é pai enquanto se está preso. Para isso, foram realizadas sete entrevistas semiestruturadas, realizadas a ex-reclusos. Chegou-se ao contacto com dois dos entrevistados a partir do apoio de duas associações: a Associação O Companheiro e a Associação Confiar Portugal. Estas foram fundamentais para que fosse possível chegar a dois perfis distintos. Os restantes cinco entrevistados surgiram do apoio da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), que nos concedeu acesso a uma das suas equipas de reinserção social para que pudéssemos entrevistar pessoas em situação de liberdade condicional. Pretendeu-se, portanto, com este projeto, analisar e compreender as formas de parentalidade, procurando focar a paternidade em contexto prisional. Através destes testemunhos, bem como da revisão de literatura, procura-se compreender as assimetrias de género no direito da parentalidade em contexto prisional, bem como os papéis de género inerentes ao acesso à mesma. Perceber os modos de parentalidade, mais concretamente a paternidade, consoante a classe social de pertença dos indivíduos, também se traduz num dos enfoques principais deste trabalho. Outro dos pontos de maior importância e significado científico, pela sua novidade, é compreender se a ressignificação da parentalidade, que surge na literatura como acontecendo em algumas situações, é duradoura. Isto é, se depois de regressados aos seus ambientes de pertença e sociabilidades, a ressignificação da parentalidade ocorrida enquanto presos, se mantém. O facto de recorrermos às narrativas biográficas, através de entrevistas semiestruturadas, permitirá chegar a uma análise multinível, não apenas sob a perspetiva individual do recluso, mas compreender as suas dinâmicas familiares. O objetivo principal que configurou este trabalho passa por analisar, através da narrativa biográfica de ex-reclusos, com vista nas suas trajetórias de vida, as perspetivas e significados atribuídos, pelos pais ex-reclusos, aos vários acontecimentos da sua vida, não apenas antes da pena, como também durante e após o cumprimento da mesma, sendo importante referir que a perspetiva do indivíduo se trata de um conjunto complexo de significações atribuídas pelo sujeito.  aSOCIOLOGIA9558 97792aPARENTALIDADE aRECLUSO9550 9981aPATERNIDADEyPORTUGAL 9421223aAZEVEDObJoana 47279328138aMONTEIRObAna Rita 47279421224aRUFINO bRodrigo jEST1176 104EST_1176_00000000000000052023-03-03688189478893aDGRSPcDGRSPfDGRSP8818kEST1176n2023-03-03o0rMOxOferta