03282 2200253 4500001000700000090001100007100004100018101000800059102000700067200015500074210002300229215002900252225001200281328019300293330221200486606002002698606003202718606003502750675003702785700004302822702003202865852001202897995011902909407540 a407540 a20230124d mmmy0pory50 ba apor aPT aO Impacto do self-distancing na regulação emocional e no raciocínio moral de jovens delinquentes fJoana Ferreira Castrogori.tese Rui A. Alves a[S.l.cs.n.]d2022 a70 p.cil.d30 cm em PDF aEstudos aDissertação apresentada no Mestrado em Psicologia, área de Psicologia da Justiça e da Desviância, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto aO presente estudo teve como principal objetivo avaliar o impacto do self-distancing na regulação emocional e no raciocínio moral de jovens delinquentes. O self-distancing é uma técnica psicológica recente que implica a análise de experiências emocionais na terceira pessoa, por exemplo, através do recurso ao pronome pessoal “Ele”. Várias investigações têm demonstrado que o self-distancing é especialmente eficaz para populações em situação de vulnerabilidade, associando-o ao processamento adaptativo de experiências adversas. Estão documentados efeitos positivos na regulação emocional, no raciocínio moral e na capacidade de gestão e resolução de problemas. Postula-se que a perspetiva distanciada favorece interpretações mais amplas e objetivas que permitem reconstruir e atribuir novos significados aos acontecimentos. É reconhecido que os jovens delinquentes têm dificuldades nestas áreas, podendo, por isso, o self-distancing ser-lhes benéfico. Recorrendo a uma amostra de 57 participantes, subdivididos pelos grupos delinquente (n = 31) e não delinquente (n = 26), avaliamos a influência do self-distancing no afeto e na tomada de decisão moral, e comparamos os seus efeitos com a adoção de uma perspetiva na primeira pessoa (self-immersion). Os jovens foram aleatoriamente distribuídos pelas condições self-distancing e self-immersion, e realizaram uma reflexão escrita sobre um evento interpessoal negativo. Contrariamente ao esperado e ao reportado na literatura, o self-distancing não influenciou o juízo moral, nem parece ter promovido o ajustamento emocional dos participantes. Em particular, surgiu associado ao aumento do afeto negativo e à diminuição do afeto positivo, especialmente nos jovens não delinquentes. De igual modo, o self-distancing originou índices mais elevados de recontagem do que reconstrução. A reconstrução foi superior na condição self-imersion. Estes resultados são discutidos à luz da conceptualização atual do self-distancing e das especificidades dos grupos estudados. Finalmente, traçam-se pontos de partida para futuras investigações. aPSICOLOGIA9705 aDELINQUÊNCIA JUVENIL9689 927702aREGULAÇÃOyPORTUGAL 2Fátima Martinhoa159.99158224 9421026aCASTRO bJoana Ferreira Castro 9421027aALVESbRui A. 4727 jEST1164 104EST_1164_00000000000000052023-01-24687909478777aDGRSPcDGRSPfDGRSP8790kEST1164n2023-01-24o0rMOxOferta