02517nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200012300056210002400179215002000203300033300223330162400556606001502180606002502195606002002220606000902240606003002249700004402279396359 a20210916d2020 y0pory50 ba apor aAdaptação à prisão e infrações disciplinaresbRecurso eletrónicofMadalena Maria Belo de Azevedo e Alves aPortoc[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para a obtenção do grau de Mestre em Criminologia, elaborada sob a orientação de Maria Alexandra Gomes Machado Leandro e co-orientação de José Soares Martins. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,18 MB em formato PDF (79 p.). aO presente trabalho tem como finalidade analisar as bases teóricas, filosóficas e empíricas sobre a temática da adaptação à prisão. Os estabelecimentos prisionais são instituições totalizantes que impõem aos reclusos um modo de vida específico. O quotidiano de quem se encontra recluído é pautado por condições, regras e normas que o indivíduo não escolheu, tendo-lhe sido impostas por outrem, como forma de punição. Assim, ingressar num estabelecimento prisional implica aprender um novo código comportamental e de interação social, numa nova realidade, pré-definida por terceiros (Gonçalves, 2008). O conceito de adaptação remete-nos para um processo de modificação, adaptação e de alteração comportamental com o objetivo de lidar com novas situações ou ambientes. Para atingir os objetivos propostos, esta investigação baseia-se na análise de processos disciplinares num estabelecimento prisional feminino, com vista a compreender o percurso adaptativo experimentado pelas reclusas, por forma a melhorar o funcionamento do Sistema Prisional. Da análise dos procedimentos disciplinares selecionados, foi possível compreender com detalhe as sociabilidades prisionais - horizontais entre reclusas e verticais entre reclusas e guardas e responsáveis institucionais - associadas à conflitualidade presente na experiência de reclusão, os discursos, racionalidades e justificações acionados pelas reclusas, guardas e testemunhas face à queixa, bem como os procedimentos e racionalidades de quem investiga e aplica a sanção. aRECLUSÃO aPOLÍTICA PRISIONAL aESTUDO DE CASOS aTESE aESTABELECIMENTO PRISIONAL aALVESbMadalena Maria Belo de Azevedo e