02257nam a2200157 4500001000700000100004100007101000800048200016100056210002500217215002000242300045500262330131600717606001802033606001302051700003502064396341 a20210908d2011 y0pory50 ba apor aA propósito da questão da corrupçãobRecurso eletrónicoeum contributo para a caracterização do discurso socialfAntónio João Marques Maia aLisboac[s.n.]d2011 a1 CD-ROMd12 cm aRelatório do estudo exploratório realizado no âmbito do seminário de investigação do mestrado em Sociologia, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Nova de Lisboa (ISCSP/UTL), apresentado e defendido em Maio de 2006 perante um júri constituído pelos Professores Doutores João Bilhim, Vitória Mourão e Helena Santana. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 751 KB em formato PDF (84 p.). aO estudo que aqui se deixa documentado evidencia a importância que a imprensa escrita possui enquanto factor estruturante do discurso social que os portugueses possuem sobre o problema das práticas de corrupção. O estudo demonstra de forma mais concreta que no discurso dos sujeitos o conceito de corrupção corresponde a uma realidade factual bem mais alargada do que aquela que é definida pelo conceito penal ou criminal do termo. Evidencia ainda que, neste caso em concordância com o sentido do grau de censurabilidade conferido pelas normais penais, na mesma transacção corrupta o acto praticado pelo corruptor passivo é percepcionado como mais gravoso do que o de corruptor activo. Uma referência ainda para o facto de, em discurso espontâneo, livre e aberto, os inquiridos associarem maioritariamente a corrupção ao termo “dinheiro”, que, acrescentamos, todos sentimos ser factor central e, diríamos mesmo, determinante na vida diária de cada um de nós. Numa nota final e em concordância com um certo discurso social que será mais ou menos reinante entre as pessoas, o estudo demonstra inequivocamente que, apesar de serem reconhecidamente ilegais, para os portugueses as acções tendentes ao não pagamento de impostos não se revestem de grande gravidade. aCORRUPÇÃO aIMPRENSA aMAIAbAntónio João Marques