02217nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200013800056210002500194215002000219300031800239330135100557606001501908606002501923606003901948606000901987700003901996396187 a20210513d2016 y0pory50 ba apor aRepresentações sociais do suicídio em futuros Comandantes de PolíciabRecurso eletrónicofJoaquim Reinaldo Ferreira Pacheco aLisboac[s.n.]d2016 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna com vista à obtenção do grau de Mestre em Ciências Policiais, tendo como orientadora Sofia Tavares e coorientadora Lúcia G. Pais. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,12 MB em formato PDF (94 p.). aEm Portugal a Polícia de Segurança Pública regista uma taxa anual média de suicídio de cerca de 5 casos por cada 20.000 polícias – que é muito superior à média nacional de cerca de 1,6 por cada 20.000 habitantes. Para se compreenderem estes números é importante conhecer o contexto social e cultural onde o fenómeno ocorre e adquire significado. Este estudo procura apreender os campos semânticos construídos por elementos desta Instituição em torno do suicídio. Para tal 151 alunos do Curso de Mestrado Integrado em Ciências Policiais – futuros Comandantes de Polícia – foram confrontados com os estímulos: O Suicídio faz-me pensar em…; O suicídio faz-me sentir…; As pessoas que se suicidam…. Dos dados recolhidos, submetidos a uma análise de conteúdo, conclui-se que estes futuros Comandantes de Polícia têm a representação do suicídio como estando associado a perturbações psicológicas e fortes emoções negativas (e.g. desespero, sofrimento). Sobre os suicidas a mente dominante é de pessoas fracas e egoístas, que necessitam de ajuda profissional e apoio social. Os resultados são discutidos em termos das suas implicações para a compreensão do suicídio e do desenvolvimento de programas de prevenção deste fenómeno nesta classe profissional. aSUICÍDIO aPESSOAL DE POLÍCIA aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA aTESE aPACHECObJoaquim Reinaldo Ferreira